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Fev
07

Em defesa dos animais e dos gatos, em particular.

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Decidi aderir à micro-causa que o Daniel Carrapa com a sua habitual sagacidade, iniciou no “a barriga de um arquitecto” ao divulgar a coluna da absolutamente “nova-tia”, Assunção Cabral, no jornal Sol. Jornalismo ao mais alto nível, como se verifica, de tal maneira que me questiono como Portugal pôde sobreviver sem as espantosa obras e de interesse nacional que saem da pena desta senhora. E isto num jornal que pretende ser de referência. Sem mais palavras, deixo-vos o texto para lerem e uma pequena fotografia, que recuperei nos meus arquivos, e que é uma homenagem a estes extraordinários animais e uma revolta contra esta ordinária senhora (sem ofensa, que era de mau tom…).
Reclamações para: assuncao.cabral@sol.pt / opiniao@sol.pt / cartasaodirector@sol.pt.

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31 Responses to “Em defesa dos animais e dos gatos, em particular.”


  1. 1 cristina d'eça leal soares vieira
    Fevereiro 15, 2007 às 12:15 am

    É inacreditável o lixo tóxico que se publica e é bom que não fiquemos indiferentes a este tipo de comportamentos sociais. Pelo meu lado, enviei o seguinte e-mail à autora, com cópia à redacção e ao director. Era bom que a nossa indignação inundasse literalmente a redacção do jornal.

    Bom dia

    Vi, num blog, uma reprodução dum artigo que escreveu sob o título “O insuportável gato”, o qual considero, a todos os níveis, lamentável.

    Primeiro que tudo, os seus conhecimentos de boas maneiras parecem ser bastante parcos, o que me faz pensar sobre as razões que poderiam levar qualquer publicação a entregar-lhe uma coluna no âmbito da etiqueta.

    “Exija simplesmente que tranquem os gatos” e “Porque não faz saber com antecedência ao colega do seu marido que ter gatos é definitivamente uma ordinarice indesculpável?” são os conselhos que lhe ocorrem. Espero que a sua leitora, Ana Isabel Lima, tenha tido o bom senso de não os seguir pois colocar-se-ia numa situação bastante desagradável. Quando somos convidados para casa de alguém é, de facto, primário não fazermos exigências de qualquer espécie ou críticas aos donos da casa. Podemos, isso sim, explicar os nossos medos irracionais. É perfeitamente legítimo o “medo irracional” por qualquer coisa – afinal de contas, se fôssemos todos racionais, a senhora teria certamente outra profissão mais compatível com as suas competências.

    O resto do artigo serve para falar de si e da sua vasta e interessante experiência com animais. Se o objectivo é humorístico, continuo a achar que errou na profissão: o texto não tem graça e seus princípios orientadores são absolutamente boçais. Talvez este tipo de conversa faça muito sucesso entre os seus amigos ou a sua família, mas publicar este chorrilho de disparates num país que maltrata os animais e não respeita a natureza, parece-me grave. Alguém disse que o nível de cultura de uma sociedade se mede pela forma como os animais são tratados mas o caso torna-se bem mais grave quando são atribuídos espaços na comunicação social a pessoas que defendem este tipo de valores.

    Não conheço o seu trabalho anterior, por isso espero, sinceramente, que se tenha tratado duma “saída” infeliz a que todos temos direito e que, de futuro, tenha mais atenção às possíveis consequências do que publica. Pode achar que ninguém dá importância ao que escreve, mas há sempre umas mentes mais fracas que se deixam influenciar e todos gostaríamos de pertencer a uma sociedade mais desenvolvida, mais humana e mais culta, pelo que lhe peço que não desperdice esse instrumento que lhe foi dado.

    Cumprimentos,

  2. 2 Quente&Peludo
    Fevereiro 15, 2007 às 11:03 am

    >Cara senhora,
    >
    >Espero que nem todas as criaturas quentes e peludas que se rocem nas suas pernas lhe causem nojo.
    >A avaliar pela sua fronha, dê graças a Deus de ainda haver um ser vivo que se chegue a sí.
    >Como é que vossa excelência, com esse ar de quem bochecha com amoniaco pode descrever animais elegantes como “possídónios”?
    >Sinta-se feliz pelo facto da nova legislação de liberalização do aborto não ter efeitos retroactivos. Creio que a senhora estaria no topo da lista…
    >
    >Cordialmente,
    >
    >Quente&Peludo

  3. 3 Felpudinho
    Fevereiro 15, 2007 às 11:07 am

    Cara Assunção Cabral,

    A senhora conseguiu demonstrar porque são os gatos uma espécie inteligente, pois o seu artigo é de uma estupidez aterradora. Negar os animais é negar a natureza, é achar que vivemos sozinhos no mundo, que nascemos por intervenção divina e presumir que o maior erro da humanidade foi ter existido um gajo chamado Noé que conservou as espécies.

    Também desde já saliento a inteligência demonstrada pelo Semanário Sol, ao dar uma página da sua revista para estas “senhoras da etiqueta”. Pelo amor da Santa, é por este tipo de “artigos de finissima qualidade” que o pessoal prefere o Expresso, que sempre dá os DVD’s e não obriga o pessoal a ir à Feira do Relógio comprar os DVD’s com “100% qualidade” do MC.

  4. 4 Bamf
    Fevereiro 15, 2007 às 11:29 am

    Enviei para a Sra e para o Jornal sol o e-mail abaixo transcrito

    ****************************************************************************
    Exma. Sra. Dna. Assunção Cabral, a etiqueta que Sra. defende,
    obrigar-me-ia a neste momento e antes de continuar com este e-mail,
    endereçar-lhe os meus melhores Cumprimentos. Não o faço por um motivo
    muito simples, não o merece. A sua postura é repugnante e
    desrespeitosa para com os animais.

    O artigo que escreveu no Jornal Sol, que foi digitalizado e colocado
    em http://www.oelogiodasombra.com/?p=412 , diz tudo acreca da sua
    pessoa. Vive fechada num mundo pequeno e com a visão de uma barata
    tonta depois de ser devidamente pulverizada com RAID ou um produto
    similar. Claramente tenta ser alguma coisa que não é, uma “tia” de
    trazer por casa que o “novo-riquismo” trazido por um marido que
    frequenta casas de prostituição de 5ª categoria, arremessou para o
    “estrelato” e que paga uma avença para que a Sra possa ter o seu tempo
    de antena num jornaleco da treta e desta forma, consegue mantê-la
    ocupada enquanto ele se diverte com as coisas “peludas e quentinhas”
    de outrém a troco de vinte euros.

    Pessoalmente, tenho cães e gatos. Um dos cães, é um PitBull que
    certamente gostaria muito de a encontrar e de discutir consigo a sua
    visão sobre os animais em geral e sobre os gatos em particular.

    Cara Senhora, admita os factos, a frustração e o vazio da sua vida,
    remeteu-a para um jornal que pode perfeitamente servir para quem tem
    gatos, forrar o fundo das liteiras. Aliás, aposto que neste momento,
    algures no nosso país, está um bichano refastelado, a ronronar e a
    fazer as suas necessidades em cima do seu artigo, mais particularmente
    em cima da sua fotografia. Quem sabe, se a urina de gato que a Sra
    tanto repudia e cujo cheiro é efectivamente activo, não tenha na sua
    face o mesmo efeito que faz o cirurgião plástico que aparece todos os
    Domingos no “possidoníssimo” programa da TVI – Dr. Preciso de Ajuda.
    Quer um conselho? Abandone a escrita, dedique-se a outra coisa
    qualquer sei lá…tente procurar uma clinica algures onde se pratique
    a eutanásia e entregue-se aos cuidados de uma seringa de Eutasil ou
    similar.

    Quanto ao Jornal Sol, penso que de um Semanário que quer concorrer com
    grandes nomes da imprensa escrita, não vai longe com artigos de merda
    como este e com pessoas como esta Sra que num jornal, a única
    serventia que teria era para capacho.

    Com os melhores Cumprimentos,

    bamf
    ****************************************************************************

  5. 5 contra a maré
    Fevereiro 15, 2007 às 11:33 am

    Já alguém ouviu falar no conceito “crónica”?? que é o que esta sra escreve…
    “A crónica é, primordialmente, um texto escrito para ser publicado num jornal. Assim o facto de ser publicada no jornal já lhe determina vida curta, pois à crónica de hoje seguem-se muitas outras nas próximas edições. Há semelhanças entre a crónica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se inspira nos acontecimentos diários, que constituem a base da crónica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro. Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio, incluindo em seu texto elementos como ficção, fantasia e criticismo, elementos que o texto essencialmente informativo não contém.” in: http://www.wikipedia.org
    Por mim faz todo o sentido alertar os donos dos ditos felinos para o facto de que nem todos se sentem à vontade com a presença dos mesmos…
    Quanto à qualidade da dita “crónica”, não comento…

  6. 6 Claudia Caillaud Carvalho
    Fevereiro 15, 2007 às 12:12 pm

    Enviei para o Sol o seguinte e-mail:


    Bom dia.

    Chegou ao meu conhecimento uma reprodução de um artigo que escreveu sob o título em epígrafe.

    Confesso que demorei alguns segundo a acreditar no que estava a lêr. Pensei que se tratava de uma brincadeira – de muito mau gosto, óbviamente – mas que não passasse disso.

    Porém, fui-me apercebendo que de facto se tratava de um artigo publicado num jornal que pretende ser de referência!

    Choca-me que alguém pense como mostrou pensar, choca-me que alguém pense sequer em colocar num jornal tais idéias descabidas e ridículas, choca-me que os responsáveis desse jornal autorizem a sua publicação.

    Meu Deus, mas estará tudo louco?!

    Que tal “senhora” seja um ser humano totalmente desprezível, eu até compreendo que seja possível acontecer.
    Agora, que os responsáveis pelo Sol compactuem com uma situação abominável a todos os níveis, ainda me choca mais.

    A minha opinião – e respeito – pelo V/ jornal mudou.
    Não voltarei mais a comprar um que seja.

    Infelizmente não sou das que consegue dar o benefício da dúvida.
    Se publicaram tal artigo é porque concordavam com ele.
    São tão desprezíveis como a autora de tal horror.

    Num país que matrata os animais e não respeita a natureza, não deveriam ter os Senhores um pouco mais de responsabilidade na mudança de mentalidades e opiniões?

    Estou extremamente chocada. E triste. E desiludida.

    As pessoas que não respeitam os animais também não terão respeito pelo Homem.

    Claudia Caillaud Carvalho

  7. 7 Curto e Grosso
    Fevereiro 15, 2007 às 1:25 pm

    Exma. Sra. Dna. Assunção Cabral,

    Após ler a sua crónica, apenas um pensamento me veio à alma …

    Que seja entregue a um tribunal do Mundo Animal, numa ilha isolada, rodeada de piranhas e cheia de gatos selvagens cheios de fome.

    Não querendo que esteja incomodada com o cheiro, deixar-lhe-ia um shampoo de peixe …

    Seja feita Justiça …

    PS: Não me esquecerei dos alguidares para os gatos vomitarem

    Atenciosamente

    XIV Portugal

  8. Fevereiro 15, 2007 às 2:37 pm

    Gostaria de agradecer a todos os comentários. Verifico que o Daniel Carrapa estava coberto de razão ao iniciar esta micro-causa, esta senhora é verdadeiramente repugnante. Quanto aos seus defensores, acho que as palavras daqueles que aqui deixaram o seu comentário dizem tudo…

  9. 9 Anita
    Fevereiro 15, 2007 às 3:14 pm

    Enviei o seguinte mail à dita “senhora”:

    Exma. Sra.

    fui hoje informada através de um e-mail da pavorosa e mais do que possidónia coluna que escreveu no jornal O Sol. Acho inacreditável que alguém consiga dar este tipo de conselhos a alguém, sendo ainda pior quando estes mesmos conselhos são publicados num suposto jornal de referência.

    Não penso que todas as pessoas devam gostar de gatos ou de animais em geral, se bem que ache mais difícil tolerar-se certo tipo de pessoas e a proliferação deste tipo de colunas e aspirantes a Paula Bobone… No entanto, achei de extremo mau-gosto a publicação deste tema em particular dada a conjuntura do país e do tratamento indecente que é dado aos animais e que encontra eco na sua coluna. Pelo que dá a entender o mundo estaria melhor sem este bicho possidónio, que já é apreciado pelas suas características desde a Antiguidade, pelo seu companheirismo e pela sua utilidade.

    Gostava de deixar aqui como conselho que da próxima vez que quiser escrever algo se informe muito bem sobre aquilo que está a fazer e já agora leia um livro de etiqueta e de boas-maneiras, que não lhe fazia nada mal ler sobre esse assunto também.

    Atenciosamente,

  10. Fevereiro 15, 2007 às 3:44 pm

    Anita, obrigado por dar eco a esta causa, que penso que já ultrapassou a classificação de “micro”.

  11. 11 Jorge Girao
    Fevereiro 15, 2007 às 3:47 pm

    Ex.ma Senhora,

    Começo por lhe dizer que infelizmente tenho k respeitar a sua opinião pois vivemos num país com liberdade de expressão e por isso, apenas resultado dos tempos que vivemos, malogradamente qualquer pessoa que pensa que sabe escrever, e que tem alguma coisa interessante para dizer lança-se imediatamente na tarefa de escrever um artigo num jornal, que com um bocado de sorte é publicado pois a pseudo escritora ou conhece o director do jornal ou tem alguma “amizade” na redacção do mesmo, facilitando-lhe a publicação e pior, pagando-lhe pelas asneiras que escreve. Já o facto de eu voltar a comprar esse jornal e ter que me deparar com estes pseudo cronistas é que eu posso evitar, e assim o farei. Prometo-lhe!

    Bem até aqui nada de mais, o problema é quando estes seres (se é que se podem apelidar assim)desatam a escrever asneiras e emitir juizos de opinião ofensivos para quem respeita os seres vivos. Neste âmbito culpo apenas a Direcção do jornal que permite que uma crónica como esta seja publicada! A questão é que nem chega a ser engraçada (porque se fosse um artigo para ter graça até se tolerava pois o humor tem destas coisas, tipo Gato Fedorento!).

    Resta-me apenas observar que se a sua crónica tem como objecto questões de etiqueta, só revela que desta matéria a senhora ainda tem muito que aprender, e sobretudo de Direitos Humanos, uma vez que nem sequer teve o cuidado de respeitar seres vivos que por vezes são mais importantes para o Homem de que as suas pseudo crónicas!

    Para concluir fica aqui a minha promessa de não voltar a comprar o jornal por ter permitido a publicação desta crónica e de divulgar este artigo por todos os meus contactos para eles perceberem a especie de gente que o dirige e que ali escreve. Quanto á autora da crónica, nenhum comentário a não ser:
    AS MELHORAS!!!!!!!!

  12. Fevereiro 15, 2007 às 4:29 pm

    Jorge Girão, obrigado por aderir a esta causa mas permita-me dizer-lhe que esta senhora é capaz de não melhorar, lamento desiludi-lo!

  13. 13 isabel borja
    Fevereiro 15, 2007 às 5:06 pm

    … infeliz quem não se deixa mimar por um quente e peludo
    quem não sabe o que é deleitar-se com o cheiro do pêlo do seu próprio gato e ronronar em uníssono…
    mal amada
    possidónia
    pirosa
    fedorenta
    traiçoeira
    assanhada
    sórdida
    nojenta

    retribuo em meu nome e em nome de todos os gatos, por natureza grandes amantes do “SOL”

    ib

  14. Fevereiro 15, 2007 às 6:04 pm

    Isabel Borja, obrigado pelo momento poético.

  15. 15 Paula Carvalho
    Fevereiro 15, 2007 às 6:08 pm

    Exmos Senhores,

    Já tinha ouvido falar no semanário sol (nem sempre bem!), no entanto dado o benefício da dúvida, resolvi comprar e ler!

    Foi um erro, devo confessar, o qual não tenciono repetir (à primeira todos caem…)

    Pois um jornal que pretende ser de referência, não publica um texto à partida impublicável e inqualificável, assinado por uma pseudo senhora Assunção Cabral, num pseudo consultório de etiqueta intitulado “O insuportável gato”.

    Ao fazê-lo, torna-se ele próprio, imerecedor de respeito, da mínima referência, servindo apenas e mal para que se cuspa em cima (nem sequer merecedor de receber os dejectos do mais infeliz Gato!).

    Quanto ao artigo em si… quanta pobreza de espírito, quanto nojo por alguém que escreve um pseudo artigo igual ao que foi escrito, revelando uma pessoa amarga, mal-amada, mal-querida, pois que o único calor que ainda deve sentir pelas pernas acima, deve ser o do próprio cruzar e descruzar de pernas e isso aliás reflecte-se no que escreve…

    Apenas um pedido à pseudo senhora, tenha um único acto de altruísmo: suicide-se e livre a sociedade de um ser desprezível, abjecto e nojento, faça-o para o bem da Sociedade, para o bem de todos nós!

  16. Fevereiro 15, 2007 às 7:25 pm

    Que saudades do tempo em que as crónicas não eram escritas por “tias” com cursos tirados sabe-se lá aonde…
    E eu que pensava que o SOL era um jornal sério.
    Será que ainda por cima pagam a esta “senhora/gaja” para escrever estas ideias preconceituosas e atrasadas mentais?
    Quem será esta Assunção Cabral? e com que direito ela escreve uma crónica sobre ela própria num jornal público… parece as cartas da MARIA.
    Vou escrever para o Director do Jornal para saber quanto é que ele pagou para depois me vender este tipo de informação…
    a única coisa que me ocorre é COITADA

  17. Fevereiro 15, 2007 às 9:08 pm

    Paula Carvalho, obrigado por juntar a sua voz a esta causa.

    Ana Cardoso, depois de ver o ser blogue compreendo que esta questão lhe seja particularmente querida. Lamento a morte do seu gato, espero que ultrapasse a sua perda rapidamente.

    Agradeço a ambas pela atenção e pelo comentário.

  18. 18 JPereira
    Fevereiro 15, 2007 às 9:09 pm

    Caro Director

    Quem quer que como eu tenha a coragem de não ficar calado perante tão abominável manifestação de opinião, tem o meu total acordo e solidariedade.

    Normalmente, quando leio ou vejo algo com que não concordo, fico, erradamente passivo, interiorizando o problema.

    Mas desta vez não consigo ficar calado, pelo tamanho da afronta que foi ler as linhas desta crónica sobre Etiqueta de título «O insuportável gato».

    Tão pouco interessa neste caso se se trata de gatos, cães ou minhocas.

    Efectivamente, gatos ou outros, não podemos ficar calados, quando tal senhora, que se advoga como conhecedora das melhores regras de educação, escreve daquela forma.. Como fazedora de opiniões deveria ter conhecimentos sobre o tema. Mas não. Diz tamanhos disparates, de uma forma tal e num meio de comunicação que deveria exigir um mínimo de qualidade e sobretudo educação aos seus «Opinion Leaders».

    Mas vamos por partes:

    «EXIJA que se tranquem os gatos»
    Qualquer pessoas com o mínimo de educação não exige a outro nada, sobretudo em casa deste último. PEDE isso sim, explicando os seus medos aos donos da casa que com certeza, como pessoas sensíveis que por certo são, acederão ao pedido.

    «Mais pirosos são os donos», «PATÓ da dona»
    Vocabulário que só denota a fraca educação que esta «senhora» teve. E a educação não é coisa que se aprenda. Ou se tem ou não se tem.

    E por aí fora, num texto que ao ler só me apetece responder de forma tão ordinária como a da autora.

    Tudo se pode dizer. Resta saber dizê-lo

    Tem todo o direito a ter medo e a não gostar de animais.
    Tem é que respeitar os gostos dos outros e sobretudo tem de respeitar todos aqueles que gostam de animais. E por certo muitos haverá que são leitores desse jornal. Se se quer manifestar desse modo, que o faça em sua casa e de preferência «trancada num quarto».

    Deveria o Director do Jornal Sol e bem como os seus accionistas ter cuidado quem se escolhe para estas colunas de opinião. Ao dar–nos a ler aquele artigo, escrito de forma tão reles, essa «senhora», que até o nome me custa a dizer, fará bem a um jornal que pretende ganhar espaço no mercado nos semanários? Penso que não.

    ETIQUETA é em primeiro lugar Educação e Respeito.

    E isso a autora não tem.

  19. Fevereiro 15, 2007 às 9:26 pm

    JPereira, gostei da sua resposta. Obrigado por juntar a sua voz à nossa.

  20. Fevereiro 15, 2007 às 10:31 pm

    Quanto à micro-causa, já disse o que tinha a dizer à dita cuja e deixei o resto no meu blog.
    Queria, apenas, dizer-lhe, Mário que, como dona de gatos há mais de 30 anos, adorei a sua foto em PB… lindíssima!!!
    Um abraço

  21. Fevereiro 15, 2007 às 11:08 pm

    Foi exactamente a Alexa uma das pessoas que me chamou a atenção para esta causa do Daniel Carrapa.
    Esta foto demonstra a irracionalidade da crónica desta “senhora”: são gatos abandonados na aldeia de Agra, na Serra da Cabreira (Minho). Lamento que não haja ninguém que largue esta “senhora” numa qualquer serra, longe de qualquer meio de escrita. Obrigado pela sua visita!

  22. 22 Ana Carvalho Pereira
    Fevereiro 15, 2007 às 11:25 pm

    “CONSULTÓRIO DE ETIQUETA”

    Etiqueta – regra, estilo, cerimónia *
    Cerimónia – conjunto de formalidades convencionais entre pessoas bem educadas *
    Bem educada – que tem educação *
    Educação – acto ou efeito de educar, processo que visa o desenvolvimento harmónico do homem nos seus aspectos intelectual, moral e físico e a sua inserção na sociedade *
    *in Dicionário de Português da Porto Editora

    ABJECTO
    É o único adjectivo que me ocorre para classificar tal texto

    DEJECTO
    É o único substantivo que me ocorre para classificar quem o escreveu

    Acautelem-se incautos leitores se julgam que com tal título vão aprender o que quer que seja, senão que existe gente má, mal formada, mal educada, a quem foi dada a liberdade, sabe-se lá a troco de que “favores”, de poder escrever numa coluna de um qualquer semanário, o que, diga-se de passagem, em nada abona na qualidade de um jornal que se quer afirmar no panorama da nossa imprensa.
    E se era uma lição de boas maneiras que o título sugeria, o conteúdo, pelo contrário, demonstra uma total falta de educação de quem o escreve, um total desrespeito por todos aqueles que, felizmente, não partilham tão nefastas ideias e não é mais do que uma despudorada exibição da mais profunda estupidez.
    E estupidez não só de quem escreve, como, e principalmente, de quem deixa publicar tamanha alarvidade.
    Ao Director e aos accionistas do jornal “O Sol” recomendo a abertura de um inquérito. Ao ler tanta imbecilidade, torna-se claro que nas vossas fileiras existe alguém cujo mobil é pôr fim à vossa publicação. E a continuarem assim, com este nível de qualidade, dou-vos algumas sugestões para um novo título: “Sol de pouca dura”
    “O pôr do sol” ou até mesmo
    “O eclipse do sol”….
    À Sra D. Assunção Cabral aproveito para a informar que a semelhança entre gato e gatismo (doença da qual é evidente que padece) é meramente morfológica, já que são etimologicamente diferentes. Gato vem do latim cattu e gatismo do francês gâtisme.
    (Gatismo – estado de uma pessoa com as faculdades mentais diminuídas, incontinência de urinas ou de fezes. Daí o mau cheiro nojento que a senhora diz que se agarra à sua roupa e à sua pele)

    P.S.: Ao folhear o Dicionário de Português da Porto Editora, na página 1038, algumas palavras ressaltam que, não conhecendo, nem querendo conhecer, a autora de tão aberrante artigo, lhe associei de imediato. Passo a transcrever:
    Mal-avinhado – desordeiro, de má-índole
    Mal-avisado – desassisado, que teve ideia infeliz
    Malcasado
    Malcheiroso
    Malcomido
    Malcontente
    Malcozinhado
    Malcriado – sem educação, grosseiro, descortês
    Maldade – qualidade de mau, crueldade
    Maldito – que exerce influência nefasta, sinistro, perverso, execrando, detestável, pernicioso, muito mau
    E digam-me se não concordam…….

  23. Fevereiro 15, 2007 às 11:37 pm

    Cara Ana Carvalho Pereira, concordo plenamente consigo. Mais uma voz que se junta a esta causa. Agradeço a todos a disponibilidade e carinho com que abraçaram esta causa lançada pelo Daniel Carrapa, autor do brilhante “A barriga de um arquitecto”. Agradeço ao Quinta do Sargaçal por me recomendar esta causa e ao Palavras&Imagens.

  24. Fevereiro 16, 2007 às 1:35 am

    Cópia do e-mail que enviei para o Director do jornal e para o opinião… para a “CRUELA” mandei outro diferente com muitas fotos de gatos assanhados…

    Ponderei 2 vezes se valia a pena escrever-lhe…

    Será que alguém nesse jornal lê os artigos antes de os publicarem?

    Se a resposta é sim… gostava de saber quem é que apadrinha esta senhora (com “S” corpo 6 e minúsculo) para a deixarem dizer o que diz?

    Qual a escola em que a dita “senhora” aprendeu Etiqueta? Será que por etiqueta ela não estará a confundir com etiqueta/preço/referência de uma qualquer marca de roupa para tias?

    Eu acho que lhe deviam de sugerir para escrever um artigo sobre casacos de pele de foca bebé para se superar nas asneiras que escreve.

    O jornal podia oferecer à senhora um exemplar de um manual de etiqueta e protocolo do Ministério dos Negócios Estrangeiros para ela ler à noite na cama…

    Citando “Os gatos sãp possidoníssimos (as horas que ela deve ter gasto para sacar esta palavra?). Quanto mais sofisticada for a raça, mais pirosos são os donos”, coitado do Miguel Esteves Cardoso, do Bill Clinton e do seu Socks ou do Humphrey da Margaret Thatcher e tantos outros que até a crónica desta senhora ser publicada não faziam a menor ideia de que eram “pirosos”.

    E aqui fica ainda mais um apontamento… o trabalho de casa que esta senhora devia de ter como castigo (eu cá punha-a na rua… mas como deve de swer um tacho patricionado por um qualquer padrinho que se calhar lhe deve favores… )

    “Pablo Picasso, pintor retratava em suas obras os gatos como animais cacadores.
    Andy Warhol, pintor americano do movimento Pop Art,produziu uma serie de telas com temas de gatos.
    Maome, o profeta, cortou com a espada a manga de seu manto onde um de seus gatos dormia, para nao o perturbar.
    Edgar Allan Poe, poeta, levava para todos os lados sua gata Catarina,que costumava ficar em seus ombros enquanto escrevia e serviu de inspiracao para a obra O Gato Preto.
    Ernest Hemingway, Nobel de Literatura, tinha mais de 30 gatos em sua casa.
    Jorge Amado, tinha um gato como animal de estimacao,fonte de inspiracao para a fabula O Gato Malhado e a Andorinha Sinha,escrita em paris, em 1948,como presenter para seu filho que completava um ano de idade.
    Mark Twain,outro apaixonado por gatos,escreveu:
    Se cruzassemos os homens com os gatos,melhorariamos os homens e piorariamos os gatos…
    Varios gatos de presidentes americanos frequentaram a Casa Branca:Franklin Roosvelt tinha seu gato Slippers como convidado regular de solenidades de estado;Winston Churchill contava com a participacao de Ginger Tom nas reunioes de gabinete; Bill Clinton deu o nome de Socks(meias) ao seu gato, inspirado nas marcas brancas de suas patas.”

    Será que alguma vez essa senhora vai por os pés na Casa Branca?

    Quanto ao Jornal lamento mas perdeu a minha credibilidade… e a dos que se dão comigo porque farei divulgação cerrada sobre o assunto…

    Com os meus cumprimentos e desejo de uma melhor escolha nos cronistas futuros…

    Ana Cardoso

  25. 25 Teresa Alves
    Fevereiro 16, 2007 às 2:04 am

    Tenho muita pena da Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, assim como tenho muita pena de todas as pessoas que sofrem deste tipo de doença (vulgo fobia). Só não percebo é porque é que não consultam um médico que os ajude a lidar com o problema e a ultrapassa-lo, preferindo alimentar contínuos recalcamentos, acrescentando, a essa fobia, a figura das pessoas que, não as tendo, decidem conviver com animais de estimação.

    O relato que se segue é verídico e passou-se comigo há cerca de seis meses.

    Só percebi que, afinal, não eram pacíficas as corridas dos gatinhos escada a baixo e escada acima, que a Senhora do segundo andar detestava gatos e tinha de se cruzar com eles constantemente no interior do prédio, sendo que tal lhe causava grande transtorno, que a família inteira movia já uma acção de protesto junto do condómino, e que já se faziam emboscadas e descidas ao rés-do-chão para abrir a porta da rua, Qual segurança de todos qual quê, desde que os bichos fujam e sejam atropelados, se entram estranhos no prédio não é importante, quando nos encontrámos frente-a-frente, e o Senhor Doutor, companheiro da Senhora que detesta todos os gatos, de olhos quase desistentes das próprias órbitas, vomitou parte das suas frustrações.

    Depois de mais de um minuto seguido de desabafos, ameaças, avisos e declarações de guerra, balbuciei apenas e exactamente o que pensei e senti, Eu peço imensa desculpa pelo transtorno, Não fazia ideia que os gatinhos causassem tanto desconforto, Não quero de modo algum incomodar os Senhores, Não se preocupe. Ficou ainda mais zangado por não ter tido motivos para continuar a discutir comigo, afastou-se visivelmente desconcertado.
    Pergunto porque alimentou aquela guerra durante mais de um mês, sem nunca ter tido coragem de falar comigo, sem nunca ter considerado sequer a possibilidade de que eu o compreenderia e aceitaria colaborar.

    Os gatinhos nunca mais andaram na escada e os vizinhos ficaram radiantes por ter sido tão fácil. Nunca mais deixaram aberta a porta da rua, mesmo quando se cruzam, ao longe, com os dois bichanos, que sempre os olham solenemente. Tornaram-se pessoas mais bonitas quando deixaram de ter medo e passaram a sorrir. No outro dia estavam até a tentar conversar em gatês ao que os gatinhos reagiram apenas pirando-se para dentro de casa.

    Concluo que aquelas pessoas não são más. Apenas vivem mais ou menos assustadas.

    Assim, considero também, a Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, digna de alguma pena, ao vislumbrar o ridículo argumentativo a que recorre, numa tentativa completamente frustrada de exercer alguma convicção enquanto figura pública, com a responsabilidade, que muito deveria honrar, que é a do esclarecimento real, de dúvidas reais, de pessoas reais.

    Se não vejamos, se nós temos medo ou detestamos gatos e uns amigos ou colegas que os têm nos convidam para ir a casa deles, algumas questões em cadeia se colocam de imediato. Somos convidados para conviver com os gatos (vulgo venham cá ver para perder o medo e perceber os bichos) com os donos (há pessoas que limitam o território dos bichos quando recebem, sempre que julgam que poderá haver constrangimentos como alergias, fobias, etc) ou com ambos. Tudo isto é normal e pode ser natural. Basta conversar sobre o assunto. Será que as pessoas com quem convivemos sabem o que sentimos na presença dos seus bichos de estimação, será que a amizade existe quando a etiqueta, ou qualquer outro motivo igualmente fútil, impede as pessoas de se conhecerem, a ponto de se escrever para uma coluna pública a pedir opinião sobre como contornar a falta de comunicação com os seus supostos amigos, pelo menos o suficiente para justificar uma aproximação à intimidade do lar. Ou então essas pessoas não nos dizem assim tanto, vamos a casa delas porque interessa aos negócios e por isso não se justificam diálogos de coisas tão pessoais como Não me sinto bem na presença dos teus felinos. Analisadas sejam estas questões e não haverá necessidade de perguntas daquelas.

    A Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, teve a oportunidade de realmente fazer um trabalho digno de referência em termos de evolução em comunicação social e de tolerância, mas, ao invés disso, depositou um texto de construção vulgar, sem estrutura, sem moral, de total desconsideração pela Senhora Dona Ana Isabel Lima e pelo objectivo por certo descrito no seu projecto de gestora desse estranho consultório. A Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, conseguiu, com esta acção irresponsável e erradamente prevista de inconsequente, apenas uma grande nódoa no seu curriculo público.

    A Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, poderia eventualmente estudar afincada e dedicadamente todo o feed-back que com certeza tem recebido, e continuará a receber, no sentido de absorver a maior quantidade de informação possível, a fim de a utilizar como o seu maior desafio de auto-avaliação e auto-superação. Não deve ser fácil estar num papel constantemente julgado por gregos e troianos como não deverá ser sempre fácil escolher o momento certo para imprimir um carácter mais determinado e convicto. No entanto, é por demais urgente que a responsabilidade pública que deve ser exercida por todos quantos têm essa missão, para não dizer esse tacho, seja supervisionada por quem de direito. Afinal, se um importante comunicador elouquecer, se o seu trabalho se tornar obsoleto, deve continuar a trazer a público as suas ideias, mesmo que totalmente desprovidas de conteúdo, sem que ninguém de direito se manifeste?

    A Senhora, possivelmente Doutora, Assunção Cabral, pode simplesmente, ter elouquecido.

    Teresa Alves

  26. Fevereiro 16, 2007 às 8:56 am

    Obrigado a ambas pelos comentários.

  27. 27 Vera Matagueira
    Fevereiro 16, 2007 às 4:16 pm

    MANDEI ESTA CARTA SOMENTE PARA O DIRECTOR DO SOL PORQUE A TAL SENHORA NÃO MERECE, DE TODO, QUE SE PERCA TEMPO COM ELA!

    Exmo. Senhor,

    Dirijo-lhe o presente mail porque respeito e subscrevo o Artigo 37.º (Liberdade de expressão e informação), 1:
    “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.”

    Assim, a Sra. Assunção Cabral tem todo o direito de ser imbecil, de dizer barbaridades, de demonstrar falta de cultura, de sensibilidade, de inteligência e de bom-senso; de dizer disparates que a ciência contraria; de não estar na posse de todas as suas faculdades mentais, se é que alguma vez as teve…!

    Mas aos Directores dos Jornais (pelo menos dos que pretendem ser sérios…) cabe serem os pilares na defesa dessas liberdades; cabe zelarem para que o jornalismo seja feito de forma inteligente e responsável.
    Em respeito aos leitores e à própria classe dos jornalistas, tantas vezes injustamente acusados de todos os males do mundo!

    Quando o Director de um Semanário dá uma coluna a uma senhora que ninguém conhece (e que quase posso afirmar que ganha principescamente, mais do que os repórteres que se esfalfam na correria do dia-a-dia) para emitir as suas brilhantes opiniões e ideias pré-concebidas, apreendidas no triste mundo do endividado e fútil jet-set nacional, não me ocorre enviar um mail à “pobre” porque, como diz a sabedoria popular “quem dá o que tem a mais não é obrigado” e porque, além disso, ela efectivamente tem o direito de se expressar livremente…

    Ocorre-me sim, questionar o Director do Jornal que fez a contratação. É que o mesmo Artigo 37.º (Liberdade de expressão e informação), nos seus pontos 3 e 4 menciona:
    “3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
    4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.”

    É isso que V.Exa. considera informação? É essa a noção que tem de fazer jornalismo?

    Bem, pode até ser… Não é a minha noção de jornalismo sério! Assim sendo mudo de Semanário: porque se estivesse interessada na opinião das Kikis, Titás e Bebés cá do burgo não comprava um Semanário, comprava uma revista de entretenimento… (e olhe que há uma porção delas!)

    Porque quero continuar a respeitar os jornalistas e colunistas de verdade, com currículo, formação e provas dadas! Posso até discordar das opiniões, análises ou comentários por eles emitidos: mas nunca lhes retirarei o mérito que advém da capacidade provada, da honestidade e da responsabilidade no exercício da sua profissão.

    Vera Matagueira

  28. 28 Ana Serafim
    Fevereiro 16, 2007 às 8:17 pm

    Carrissimos

    Fui alertada para este “maravilhoso” artigo de jornal, de um pretenso jornal de referência, que fez com que e mais uma vez, me alegrasse por viver fora desse país e não ter de ser confrontada com gente de tão baixo nivel e educação.

    É profundamente lamentavél que, e como muitos de vocês referem nos vossos comentários, que pasquins se dêem ao luxo de nos violentar com opiniões contrárias ao mais elementar nivel de educação e humanidade.

    Calculo que , e pelo que vi dos vossos comentários muita gente escreveu a essa pessoa, a reclamar do seu artigo o que demonstra que o leram. Será que, por isso, não será considerado um artigo de sucesso pelos responsáveis de tal pasquim? E que ainda lhe dêem um aumento e nos violentem com mais artigos semelhantes?

    Têm toda a minha solidariedade e passem a informação a quanto mais gente melhor, para que as pessoas de bem se abstenham de comprar pasquins semelhantes, mas acautelem-se com as mentes deturpadas de “pessoas” que permitem este tipo de publicações, e que ainda são capazes de achar que quanto mais polémica melhor. Pela minha parte podem estar certos que nunca comprarei tal pasquim.

  29. Fevereiro 16, 2007 às 8:45 pm

    Obrigado à Vera Matagueira e à Ana Serafim pelos comentários.

  30. 30 Pimenta
    Março 8, 2010 às 4:57 pm

    Boa Tarde;

    após ler este “artigo” deprendo-me com a ideia de alguem poder ter esta ideia sobre seja que animal for. Se verificarmos, etiqueta refere-se a algo de bom gosto, de alta qualidade algo que nem todos poderão ter de bandeja. Algo que deve ser aprendido… Relativamente ao texto acima descrito verificamos que de etiqueta só mesmo o logotipo, pois senhoras como esta devem ter nascido na sarjeta e agora cospem em cima daquilo que mais temem. Esta senhora será certamente pobre de espirito, sem qualquer indicação de bom senso e sobretudo sem qualquer espécie de escrúpulos. Seri de facto uma ideia sermos nós em nome dos gatos a escrever um artigo sobre “as insuportáveis imitações frustadas de tias”.
    Uma tia a serio valoriza de certa forma um pais, apela à humanidade e solidariedade e não o contrário. Este tipo de tias sinceramente nem estas palavras ou letras merece mas infelizmente em portugal tudo se vende e lamentávelmente vivemos numa sociedade anoréxica em que somos muito poucos a defender esta causa. Valem as nossas palavras.

  31. 31 Sr. Salgado
    Abril 16, 2010 às 10:25 pm

    Jamais colocaria meu gato ou qualquer outro animal pra fora para recebê-la em minha casa, aliás, de forma nenhuma receberia a senhora em minha casa. Assim como a senhora tem nojo de animais, eu tenho nojo de pessoas como a senhora.


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