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Ter ou não ter um Mac, eis a questão.

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Não há dúvida que a Microsoft e o Windows OS dominam o mercado de informática, há já vários anos. Mas é um OS com vários problemas, nomeadamente a nível de segurança, e isso é do conhecimento geral. Por hora, centenas de computadores com os OS Windows ficam infectados por um ou outro vírus informático, são atacados ou inutilizados por spyware, malware ou outro tipo de intrusão.
Nos tempos que correm uma paragem prolongada de um computador pode significar um blogue que não é actualizado, fotografias que não são publicadas ou um email urgente que não é enviado ou recebido, e isto pode implicar para um fotógrafo, perder dinheiro. Ou pior, ficar sem as suas imagens…Muitos destes problemas advêm do largo número de computadores no activo com estes OS, mas também não desculpa tudo, e não explica como, por exemplo, antes do Windows Vista estar no mercado já existiam updates de segurança. Mas chega de conversa tecnológica.
A fotografia não se faz só de talento mas também de trabalho e agora na era digital, de muito mais trabalho. Um fotógrafo tem agora nas suas mão ferramentas poderosas para alterar e editas as suas fotografias que anteriormente lhes estavam vedadas ou eram de acesso limitado. Hoje em dia é relativamente fácil ter um “quarto escuro” digital e assim controlar todo o processo criativo desde a captura da imagem até à sua impressão. Para isso essas mesmas ferramentas têm que ser fiáveis e trabalhar num ambiente onde tudo o que é necessário está apenas à distância de um click do rato, sem confusões nem paragens e muito menos shutdowns imprevistos.
E neste momento, essas ferramentas estão contidas dentro dum Mac. Quando confrontado com a aquisição da Nikon D200 e de um novo computador para construir o meu quarto escuro digital, após alguma pesquisa decidi avançar para um iMac de 20″. Nunca me arrependi, não sei o que é um vírus, apenas tive um shutdown quando navegava na Web e carreguei num link menos fiável e a Firewall já impediu 2 port scans. Vem de série com um programa para fazer dvd’s, um outro para fazer filmes, um programa de edição de fotos, O iTunes, o Quicktime e muitos mais. Ou seja, não há a compulsão para piratear tudo e mais alguma coisa porque está tudo lá e tudo funciona integrado no mesmo ambiente e por isso a ligação entre aplicações é impecável e sem sobresaltos. A adaptação é fácil e rápida e faz-se muito bem, aliás grande parte dos problemas que tenho tido com o Mac prendem-se com o facto de ainda desconhecer parte da tecnologia.
Para quem quer fazer trabalho creativo, sem crashes nem shutdowns, sem estar a recear ataques de vírus constantes, neste momento o melhor que pode escolher é um Mac. Qualquer um, desde os portáteis até ao poderoso MacPro, traz de série tecnologia de ponta e inovação. Quer o seu trabalho feito? Faça como o grande guru do digital, Thomas Hawk, como a Elsa Castelo, como o José Rui Fernandes, como o Glenn Wolsey, como o Ken Rockwell e tantos outros: Get a Mac.
Links úteis:
Apple
Intego (firewall)
MacUser
MacWorld
LaCie (hard drives)

Descrição do ambiente de trabalho na fotografia:
Apple iMac 20″ + Apple Cinema Display 20″ + Lacie HD USB 500GB (backup) + LaCie HD FireWire 300GB (para as imagens) + Colorvision Spyder2 (calibrador para os ecrãs) + wireless Mighty Mouse.


14 Responses to “Ter ou não ter um Mac, eis a questão.”


  1. Março 3, 2007 às 10:03 pm

    Também temos aí uma “excelente torre de controlo” :):)

    Por cá a adaptação ainda vai lenta, mas confio no que diz a experiência dos utilizadores séniors de iMac.

  2. Março 3, 2007 às 11:26 pm

    Na realidade não acho que haja uma “adaptação” no sentido real do termo, é tudo tão intuítivo que parece natural. O OSX faz-nos sentir à vontade e com vontade de experimentar e eu gosto disso. Em termos informáticos foi o meu grito de liberdade.

  3. Março 4, 2007 às 3:05 am

    Sem mais! Mas falta ainda uma coisa essencial: uma Wacom, Gaphire ou Intuos. Custou a habituar-me mas agora não a dispenso.

  4. Março 4, 2007 às 10:33 am

    Caro José é um prazer vê-lo aqui. Ainda não experimentei mas ando com vontade, é capaz de ser bem mais simples do que utilizar o rato.
    Obrigado pelo seu comentário e pelas suas fotografias extraordinárias.

  5. Março 6, 2007 às 5:07 pm

    Obrigado pela referência. Já são 14 anos de Mac. Antes tive um PC 286, por falta de verba para um Mac (que de facto custavam o dobro — 750 contos para 1500 contos, com impressora laser). E antes um Atari ST, onde também corria programas de Mac com um emulador fantástico. E antes um Spectrum — isso é que eram tempos!

    Agora iMac 20″ PowerBook Titanium (com sete anos). Estou comprador das próximas novidades. Tirando umas pequenas coisas (tipo os widgets que acho uma inutilidade atroz), o sistema está a caminho da perfeição no que diz respeito à metáfora utilizada. Acho que vamos chegar a um ponto onde só mudando o conceito radicalmente haverá mais evolução.

    Já tivemos (e temos na verdade, embora não funcione nestes novos) uma pequena Wacom. Há mais de dez anos ninguém se adaptou. Agora não sei como seria.

  6. Março 6, 2007 às 5:16 pm

    Ah, outra coisa…
    Arrumaste a secretária para a fotografia? :)

  7. Março 6, 2007 às 8:33 pm

    Rui, não tens que agradecer, foi graças a ti que dei o salto para a Apple e até hoje só lamento não ter seguido o teu conselho mais cedo.
    Vamos aguardar as novidades Apple para os próximos meses, talvez novos iMacs e portáteis. E o novo OS, claro. Em relação aos widgets, eu pessoalmente gosto e até sou um pouco fanático, embora reconheça que a utilidade daquilo é quase nula.

    E sim, arrumei a secretária :))

  8. Março 7, 2007 às 12:13 am

    foi graças a ti que dei o salto para a Apple e até hoje só lamento não ter seguido o teu conselho mais cedo.

    Hã… Foi? Ok. Mas sim, devia ter sido mais cedo. :)

    Meses? Preciso de um urgentemente!

    Os Widgets são um pouco produto da venda de banha da cobra made in Apple. Para quem tem um browser aberto 100% do tempo como é o meu caso, é de uma inutilidade avassaladora. E gastam processador e memória, é tudo mau.
    Mas se me disseres que gostas do Sudoku, ou coisa que o valha, tudo bem. Onde aquilo me falha é na produtividade, não no entretenimento. Agora há um Starry Night com as constelações, ok.

    E sim, arrumei a secretária :))

    Até brilha… Foi a tarde toda!

  9. Março 7, 2007 às 8:16 pm

    Por acaso tenho o widget Sudoku…e outros mais ou menos úteis, tipo as fotos da Nasa, do céu, do sol, etc. Para mim é uma aplicação para “desanuviar” e não para trabalhar.

    E não precisei da tarde toda para limpar a secretária, apenas umas horas… :))

  10. 10 Eduardo
    Março 9, 2007 às 12:57 am

    Umas notas que penso serem elucidativas:

    Firewalls não impedem port scans, apenas “fecham” portas que de outra forma poderiam estar abertas a entrada/saída de dados. Um port scan por si só é inofensivo.

    2 port scans? Qualquer computador ligado à net leva com dezenas de port scans por dia. Mac ou não Mac.

    Mac ou Windows é uma visão algo restrita da realidade onde existem alternativas como Mandriva ou Ubuntu, entre muitas outras distribuições de Linux. Qualquer destas distribuições é fácil de instalar, tem software de excelente qualidade, e ao contrário das duas alternativas anteriormente referidas, é grátis e open-source.

  11. Março 9, 2007 às 2:15 pm

    Qualquer destas distribuições é fácil de instalar, tem software de excelente qualidade, e ao contrário das duas alternativas anteriormente referidas, é grátis e open-source.

    Ser open-source dificilmente é uma garantia de qualidade, grátis, muito menos. Pessoalmente não me acredito em almoços grátis e nunca tive nenhum que não custasse sempre alguma coisa a alguém.

    E obrigas-me a defender a Microsoft, que é um desporto que realmente não gosto — Eu utilizo software open-source, não tenho nada contra e sou sempre cliente pelo menos para experimentar e ver se funciona. Agora, comparar por exemplo o Office com o Open Office (que utilizo) é a mesma coisa que comparar um avião com um kit à escala, montado com fita-cola. Não tem comparação.
    Dito isto, um e outro são maus e “bloated software”, cheio de tralha que 1% usa.

    No Open Souce, “ground breaking” é coisa que não vejo, só seguidismo e mediocridade qb. Mas entendo o encanto dos ex-utilizadores de Windows, se calhar comparando com o ubíquo sistema da MS, o Ubuntu é o céu na Terra. Para um utilizador de OS X, duvido mesmo, mas mesmo, muito. Teria de ver para crer um a abrir a boca com alguma coisa do Ubuntu.

    Queres inovação nesta área, tens de procurar em empresas pequenas (constantemente adquiridas pelas grandes) e na Apple. O resto é treta. O Open Source é romântico, mas de novo, acrescenta muito pouco ao utilizador.

  12. Março 9, 2007 às 9:03 pm

    Eduardo, obrigado pela explicação sobre o funcionamento da Firewall.

    2 port scans? Qualquer computador ligado à net leva com dezenas de port scans por dia. Mac ou não Mac.

    Até hoje só dois foram detectados dois pela firewall, e eu tenho a malha bem apertada!

    Mac ou Windows é uma visão algo restrita da realidade onde existem alternativas como Mandriva ou Ubuntu, entre muitas outras distribuições de Linux. Qualquer destas distribuições é fácil de instalar, tem software de excelente qualidade, e ao contrário das duas alternativas anteriormente referidas, é grátis e open-source.

    Mas a questão para grande parte dos utilizadores é escolher Mac ou PC. Não acho que as outras opções sejam viáveis para o grande público que, como eu, quer tarefas feitas com segurança, rapidez e sem complicações. Não me pareçe que pelo facto de serem grátis ou mais acessíveis sejam melhores…
    Quanto ao software de grande qualidade para fotografia só vejo 3 opções: Photoshop CS3, Aperture e LightRoom. Quanto ao Gimp pelo que vi não é inovador, não tem funcionalidades extra e só tem a vantagem de ser grátis (pelo menos a última vez que vi). Por isso mantenho o que disse: Get a Mac!


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