10
Abr
07

Interview with Jeff Barnett-Winsby.

Jeff Barnett-Winsby graduated recently from the Rhode Island School of Design but his work is already showing strong sense of composition and coherence. So keep an eye on his work. So here it is Jeff Barnett-Winsby:

How do you started taking photographs and why?

I started taking pictures in response to a general feeling that was overtaking my life. I was young and was overwhelmed by everything and nothing in particular. It was existential angst at its worst, filtered through a youthful lack of ingenuity. I should have gone to therapy, instead I started taking pictures because I thought it was easy and that I would be good at it. I believed the technology shortened the distance between what it was I was feeling and the ability for me to respond with gesture and coherence simultaneously.

In your opinion, what makes a good photo?

While I am technically invested in the production of my images I do not require the same investment from images I am interested in produced by others.
I am interested in a sense of the other. I am wary of perfect images and perfect subjects. I am also wary of perfect photography.
I enjoy seeing images I would never have thought of.

What makes you want to capture a photo? What you must see in a subject to make you release the shutter?

It is always a sense of harmony. The harmony refers to a moment of emotional and conscience relation that I create or respond to (I am not sure which it is.)

Do you have a routine to take the photos for your projects or you just let it happen and see where it takes you?

It totally depends on the project.

At the end of a shooting session how do you choose the photos that are worth to show in your portfolio?

It’s all gut, and my gut is surprisingly consistent.

Name a few photographers that inspired you and your work and why they inspired you.

Walker Evans, Wolfgang Tillmans, Harrell Fletcher, Nick Knight, Security Guards Everywhere.

How digital technology changed the way we look at photography as art?

It has brought the tired conversation of photography as a construction to the masses.

jeffbarnettwinsby
© Jeff Barnett-Winsby.

Jeff Barnett-Winsby website.

~pt~

Jeff Barnett-Winsby formou-se recentemente através da Rhode Island School of Design mas o seu trabalho já mostra uma composição forte e coerência. Estejam atentos ao seu trabalho. Aqui está Jeff Barnett-Winsby:

Como começou a fotografar e porquê?

Comecei a fotografar em resposta a um sentimento que começou a tomar conta da minha vida. Eu era jovem e estava confuso por tudo e por nada. Era apenas raiva existencial no seu pior, filtrada através da minha falta de engenho. Devia ter ido fazer terapia, em vez disso comecei a fotografar porque pensei que era fácil e que podia ser bom nisso. Penso que a tecnologia encurtou o caminho entre aquilo que eu estava a sentir e a habilidade para eu reponder com intenção e coerência.

Na sua opinião o que faz uma boa fotografia?

Enquanto eu invisto tecnicamente nas minhas imagens não exijo esse investimento nas imagens que me interessam produzidas por outros.
Estou mais interessando no outro. Sou um pouco cauteloso em realação a imagens perfeitas e temas perfeitos. Também tenho o mesmo sentimento em relação à fotografia perfeita.
Gosto de ver imagens que nunca imaginei fazer.

O que que o leva a captar uma fotografia? O que é que precisa de ver no tema para premir o botão do obturador?

É sempre a harmonia. A harmonia é um momento de relação emocional e consciente que eu crio ou a que respondo (não tenho a certeza de qual é qual).

Tem alguma rotina para reunir as fotos para os seus projectos ou deixa-se levar pelos acontecimentos?

Depende completamente do projecto.

No final de uma sessão fotográfica como escolhe as fotografias que irão constar no seu portfolio?

É apenas instinto e o meu é surpreendentemente consistente.

Mencione alguns fotógrafos que o inspiram e ao seu trabalho e diga-nos porquê.

Walker Evans, Wolfgang Tillmans, Harrell Fletcher, Nick Knight, os seguranças um pouco por todo o lado.

Como é que a tecnologia digital mudou a maneira como vemos a fotografia como arte?

Trouxe-nos a conversa já gasta da fotografia como uma construção para as massas.


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