08
Jan
09

Como ser o melhor fotógrafo do mundo.

Publiquei este pequeno ensaio na revista Fotodigital, entretanto decidi torná-lo ainda melhor (como será possível melhorar um obra prima?) e adicionei-lhe fotografias minhas a título de ilustração e ainda lhe acrescentei mais algumas alíneas. Como podem imaginar é uma obra a não perder…
Melhor ainda, podem descarregar o pdf gratuitamente (YouSendIt) durante sete dias ou até 100 descargas. Após esse período posso, a pedido do(s) interessado(s), enviar via email o referido ensaio, novamente através do YouSendIt.

Como ser o melhor fotógrafo do mundo…

“Um Picasso vai sempre parecer pintado por Picasso. Hemingway soa sempre a Hemingway. Uma sinfonia de Beethoven soa sempre como uma sinfonia de Beethoven. Parte de ser um mestre é aprender a ‘cantar’ numa voz que seja apenas a sua.”

Hugh Macleod.

Hugh Macleod é o autor do ‘Gaping Void’ um blogue onde publicou à tempos um artigo chamado ‘como ser criativo’. Macleod sabe do que fala: inventou o cartoon em formato cartão de visita e está neste momento a preparar um livro baseado no artigo que refiro. No entanto Macleod escreveu o artigo – muito interessante aliás – a pensar no geral e eis que eu decidi partir para o particular, a fotografia, e enumerar uma dúzia de tópicos para o ajudar a ser o melhor fotógrafo do mundo: você.

1) Imite. Veja as melhores fotografias dos seus mestres – suponho que tenha alguns – e imite-os. Este conceito interessante vem das escolas de belas-artes onde os alunos aprendem a pintar copiando o trabalho dos mestres. Melhor, faça como um grupo de fotógrafos americanos que munidos de dados astronómicos e geográficos tentaram imitar o Ansel Adams até ao pormenor de onde o tripé foi colocado. Lembra-se de algum deles, ouviu falar deles? Não? Nem eu.
Esqueça esta regra, não funciona. Seja mau, seja bom, seja você mesmo.

2) Aprenda. Aprenda onde estão os botões todos da sua máquina e para que servem, aprenda a dominar a focagem, o tripé e as suas objectivas. Aprenda a fazer asneira, aprenda a falhar a fotografia que era para a capa da FotoDigital. Aprenda com os seus erros. Mas para isso cometa erros e quanto maiores melhor.

3) Compre o seu material. Esqueça o conselho dos profissionais, a sério. A lente que o seu fotógrafo favorito comprou é de certeza boa e fiável, aqui a questão é: precisa da lente, para quê e porquê. A sua criatividade só é limitada pela sua imaginação, use-a. Assim compre o material que lhe ajude a soltar a sua visão pessoal, não compre só porque é bom ou porque anda na mochila do seu fotógrafo favorito.

4) Leia. Muito. Mas comece sempre pelo manual da sua máquina, assim escusa de ficar eternamente na alínea dois…
Depois de ler o manual, leia ensaios, são chatos mas pelo menos não lhe querem enfiar uma noção de ‘visão pessoal’ que não lhe serve para nada. Leia os mestres e inspire-se. Mas não copie. Leia revistas, blogues, etc.
Apreenda tudo mas depois esqueça tudo, o que for realmente importante ficará à sua disposição na sua memória.

5) Vá a workshops. São locais óptimos para trocar ideias. Mas prepare-se: ninguém lhe vai dizer qual é a sua visão pessoal. Nem qual o caminho que deve seguir. Troque ideias com todos, sobretudo com o instrutor. Mas não repare em tudo o que ele fotografa com um sentimento de adoração, seja crítico, assuma o que faria de diferente e prepare-se para defender a sua posição. Seja curioso mas ao mesmo tempo não perca a ingenuidade de criança. Lembra-se de questionar sempre porquê?… Por outro lado rapidamente vai ser ‘corrido’ de todos os workshops com esta atitude. Questione sempre tudo. Principalmente questione-se a si mesmo.

6) Quer ser fotógrafo? Arranje um emprego, o que quiser, desde que não seja fotógrafo. Ganha dinheiro, sustenta a família, sustenta o cão e ainda faz umas massas para fotografar, brilhante não é? E melhor, pode ser você mesmo sem aturar os editores de fotografia nem os clientes a dizerem como querem as fotografias. Se não gostarem, paciência, é o seu trabalho e escolheram-no exactamente por isso.
Um pormenor importante: trabalhe como um profissional e comporte-se como tal.

7) Seja diferente, seja você. Especialize-se em algo muito seu. Fotografe só pétalas, fotografe só relva, fotografe o que quiser. Mas faça-o de forma a que seja reconhecido como seu.
Afaste-se do caminho já batido por todos os fotógrafos que conhece, escolha sítios pouco turísticos e com poucos turistas, se vir muitos autocarros parados e cestas de piquenique, fuja de imediato: está no local errado! Conheça os locais onde fotografa, os costumes da população, fale e recolha informações. Só o conhecimento profundo do local onde trabalha lhe pode trazer frutos, boas fotografias entenda-se. Imagine o seguinte: trabalha num banco e não sabe onde fica o cofre, consegue trabalhar? Claro que não…

8) Esqueça o bom e o mau. Se é confuso e o seu propósito é que seja confuso, porque é que é mau? As regras são fantásticas, indicam-nos o caminho correcto. O problema é que não há um caminho correcto, só há o seu caminho. Esqueça os conceitos fantásticos da pintura do século XIX e introduza os seus conceitos. Se é para ser confuso, se é para ser desfocado, se é para ser estático, faça-o. Se correr mal é o único culpado. Se correr bem, será considerado um visionário. A arte é tão subjectiva que muitas vezes o mau de uns é o excelente de outros. Van Gogh não vendeu um único quadro em vida e era mesmo considerado muito mau na época, hoje é o que sabe. Se mudasse de rumo e se dedicasse a pintar umas paisagens como os outros teria tido mais sucesso mas nunca teria chegado até aos nossos dias.

9) Assuma as suas posições. Não há nada pior do que dizer: mas o fotógrafo A tem um trabalho igual ao meu mas vende e faz capas e tal. Mas você não é o fotógrafo A e por isso não vende, não vende porque aprendeu a apenas a retransmitir o que vê e isso nota-se. Isto não é um concurso de popularidade, é a sua visão pessoal e isso não se pede emprestado, assume-se. Prepare-se para não ceder e para não vender mas se seguiu o conselho da alínea seis o seu problema não é dinheiro.

10) Arranje alguém que critique o seu trabalho. Melhor ainda, arranje alguém que arrase o seu trabalho. Exija honestidade e não trace limites para a crítica – tipo: ‘diz-me só o que achas das cores’ – e prepare-se para ser completamente arrasado. Ganha de duas formas:
a) descobre o que está mal;
b) ganha couraça para enfrentar as críticas.
Mas lembre-se desta regra de ouro: nunca, mas nunca, deve pedir que a crítica seja feita por um outro fotógrafo. Deus nos livre se o trabalho for mau vai ser achincalhado, se for bom não lhe vão dar o mérito que merece porque é um facto que o ser humano é invejoso. Procure alguém ligado à arte mas nunca à fotografia.
Outra regra de ouro: não desista. Por muito más que sejam as críticas. Se o diverte faça-o. Siga o seu caminho, não mude só porque lhe disseram para mudar mas se reconhecer que está errado aproveite as críticas para melhorar alguns detalhes.

11) Tenha uma experiência num sítio de partilha. Se quer saber do que se fala tanto inscreva-se no flickr/onexposure/vazaar/etc. mas prepare-se para ser hipnotizado, arrastado lá para dentro e achar tudo aquilo como uma experiência quase religiosa. No entanto mais tarde ou mais cedo vai perceber sobre o que se passa realmente lá e não tem nada a ver com fotografia. Entenda esta experiência como um spa para a mente, uma massagem para o ego. Mas os riscos de efeitos secundários aumentam com o tempo de exposição, a dosear com cuidado e moderação pois claro. O efeito secundário mais conhecido é a ilusão, a ilusão de ser um bom fotógrafo – e atenção que o pode ser – e de estar na crista da onda. A ilusão aumenta com o número de comentários inócuos e com o número de visitas, portanto corre o risco de ficar alienado e não ver o que de facto está à sua frente: todas as religiões têm o seu inferno. Prepare-se para o facto.

12) Saia mais, fotografe menos. De que lhe serve chegar a casa com 1.000 fotografias ao final de um dia de trabalho? A quantidade não está directamente relacionada com a qualidade, repare que mais fotografias só significam mais trabalho a seleccionar, editar e a arquivar todas essas imagens. E menos espaço nos discos rígidos. Seleccione mais, corra menos e não tente atingir a fama com excesso de zelo, Ansel Adams não ficou famoso por fotografar muito, ficou famoso porque saía muitas vezes para o campo, sabia minimamente o que ia encontrar (olá alínea sete…) e por vezes regressava a casa sem ter feito uma única fotografia. E esse argumento de que agora é grátis porque não tem filme para revelar, blá blá blá, é conversa mole para publicitários e donas de casa; antes de tentar estourar com o obturador da sua máquina digital – que diga-se dura cerca de 150.000 disparos em média numa boa reflex- aperfeiçoe as técnicas de composição. Antes pouco e bom do que muito e mau. Agora para aumentar as probabilidades de fazer umas boas fotografias seria interessante fotografar mais, logo saia mais.

13) inspire-se. Ouça música, veja filmes, leia um livro ou cozinhe. Mas não conte com os seus pares para se inspirar, o melhor que vai conseguir é que lhe tentem impingir – inconscientemente, claro – uma visão sobre a fotografia que deve fazer e isso não o leva a lado nenhum.
Arranje um fotógrafo favorito e siga a sua carreira, tudo o que que faz e como faz. Aprenda como faz uso das lentes que tem e porque as tem, aprenda como faz uso da luz e depois olhe para o seu próprio trabalho da mesma forma, vai descobrir coisas muito interessantes, sobretudo depois de ter ignorado a alínea três, ter torrado umas centenas largas numa qualquer lente e depois descobrir que em três anos apenas fez dez fotografias com ela…
Viva a sua vida e aproveite-a, repare que só tem esta.

14) Não leia ensaios que lhe dizem o que deve fazer, este incluído…

Sobre o autor:
Mário Venda Nova é fotógrafo, vive e trabalha no Porto, escreve na revista portuguesa Fotodigital e durante as horas de expediente é empregado bancário.


27 Responses to “Como ser o melhor fotógrafo do mundo.”


  1. Janeiro 8, 2009 às 10:21 pm

    Cada vez me identifico mais com a tua visão da fotografia, Mário. Senti-me altamente lisonjeado com este texto: é que o meu kit completo cabe numa pequena mochila e as fotos que faço (colocadas por exemplo no Flickr) são em geral pouco apreciadas pelos pares. Nem por isso ando deprimido e nem por isso sinto menos vontade de fotografar.
    Este artigo está o máximo. Já downloadei.

    PS: quando falas dos botões todos da máquina, eu acrescentaria os botões todos do programa de edição. É onde sinto que me continua a faltar “unhas”. Com a máquina, quando pretendo uma coisa, quase sempre sei lá chegar, mas com o programa de edição – no meu caso Lightroom e PS – nem sempre atinjo o objectivo.

    Um abraço.
    ZM

  2. Janeiro 10, 2009 às 3:34 pm

    Embora conhecendo o Mário apenas deste blog, o texto pareceu-me muito autobiográfico. Será verdade?

    • Janeiro 11, 2009 às 7:13 pm

      Diogo, acho que toda a gente quando escreve coloca um pouco de si no que escreve. De facto basei-me na minha experiência para escrever este ensaio e como tal tem um pouco de mim. Mas procurei um texto que fosse mais além do que eu sou e que se ajustasse a todos. Terei conseguido?

  3. Janeiro 17, 2009 às 2:23 pm

    Não percebi quando dizes para não pedir opiniões a alguém ligado à fotografia, mas à arte.
    De resto, parecem-me todas dicas óptimas, especialmente a última (a sério)! No caso de se ter praticado o pecado da leitura, o melhor é que se esqueça tudo no segundo depois de terminar.

  4. Junho 14, 2009 às 3:15 pm

    Oi Mário… sou brasileira e acabei encontrando teu blog por aii… :) gostei muito e as 14 dicas me chamaram muita atenção! Bem inteligentes, hein?! Faço arquitetura e curto fotografia…
    mais como hobby mesmo! Enfim… passei só pra elogiar o seu trabalho! :)

    BEIJOS

  5. 9 CLÁUDIA BRITO
    Julho 25, 2009 às 12:54 pm

    Olá Mario, achei seu site por acaso numa pesquisa do Google, sou brasileira e há muito quero ser fotografa, gostei muito de suas dicas, amei, me deu ainda mais vontade de me embrenhar nessa linda arte da fotografia! Vc é ótimo!!
    Um grande abraço!!

  6. Agosto 5, 2009 às 6:44 am

    Era tudo que eu precisava ouvir, depois de uma semana de elogios, ouvi apenas uma critica que estragou meu dia, e seu texto simplismente me fez voltar ao eixo, não vi mas posso sentir que sua fotografia é algo notavel…obrigado por me inspirar para mais um dia de fotos amanhã, sobrevivo de fotos e às vezes me pego tentando copiar e não é o que eu quero fazer ouço muito falar em padrão odeios padrões, gostaria de ter a oportunidade de repetir seu texto para alguns amigos fotografos criticos, fico entre elogios de muitos observadores e a crítica de varios fotógrafos será que é tão dificil reconhcer que alguém que começou a fotografar a menos de 1 ano possa ter um estilo próprio?
    Vc falou tudo que eu precisava ler…..
    Abraços

  7. 13 Paulo Rogerio
    Novembro 11, 2009 às 1:08 pm

    Mario, estou interessado em seu artigo em PDF, se possivel enviar ao meu email, (nele vem as suas fotos?).

    Grato,

    Paulo R.

  8. 15 Paulo Rogerio
    Novembro 12, 2009 às 12:30 am

    Esta bem solicitado, la ja expirou

  9. 16 Rodrigo Silva
    Janeiro 11, 2010 às 11:56 am

    Ola obrigado ai por tudo admiro muito o trabalho de vcs grato.

    Rodrigo Silva.

  10. 17 figuraportuense
    Fevereiro 14, 2010 às 8:49 pm

    Olá Mário, gostei muito deste teu artigo, vou usá-lo como alavanca para desenvolver-me, parabéns.
    Também estava interessado no artigo em PDF se fosse possível!

  11. 18 Vinícius
    Fevereiro 15, 2010 às 3:24 pm

    Sou do Brasil e aqui tudo que diz respeito a fotografia custa muito caro.
    Eu tenho uma SX1 IS, comecei a estudar com uma S9000 e não tenho visto necessidade de não continuar com elas.
    Penso que se fotografia é escrever com a luz então cada um terá sua letra, seja ela feia ou bonita, entretando concordamos que existem cursos de fotografia assim como cursos de caligrafia, sempre haverá os preferidos e os padrões mas eles existem como forma de estudo para que possam ser combinados e ignorados para formar novos conceitos.
    Gostei da postagem e estou muito feliz por ter encontrado esse texto.

  12. 19 carlos andré alves da silva
    Março 9, 2010 às 10:44 pm

    oi sou carlos andré gostei do seu trabalho, tenho como objetivo ser fotografo mas tenho como alvo abrir uma impresa relacionada com a fotografia amo fotografar tenho 16 anos e tenho certesa qui aprenderei muito obrigado pelas palavras. Mande dicas para meu email para ser um bom fotografo agradeçeria bastante.

  13. Março 26, 2010 às 1:38 pm

    ola, Mário…
    Primeiro gostaria de apresentar sou carolina, estudante quase formada em comunicação social com habilitação para publicicadade de propaganda e tenho 22 anos.
    Eu estava pesquisando no google sobre fotografia.. pois estou descrente (estava agora depois de ler este ensaio meu deu ânimo de novo) e meio perdida em relação a fotografia… ela sempre esteve presente na minha adolescência quando eu tinha 12 anos comecei a fotografar com uma fm10 da nikon, acho que foi uma das melhores cameras pra mim até hoje, toda manual. Adoro fotografia de moda e eventos (adoro contar a história de casais em seu casamento acho um momento unico para cada um, e você ter o poder de resgistrar e retratar cada detalhe é indescritivel).
    Amo fotografia e com certeza não consiguirei viver sem ela.

    Bom passei aqui só para dizer que com certeza eram essas palavras que eu precisava ler neste momento …. obrigada mário.

  14. 21 Willian
    Maio 17, 2010 às 8:19 am

    Por pequeno erro, achei esse artigo, como ser o melhor fotografo do mundo, que no caso é seu só tenho a dizer que foi como se eu tivesse dado um imenso passo na minha vida, por incrivel que pareça eu em minha mente ja seguia alguns conselhos, e os que não havia pensado acho que viriam num futuro não tão próximo, então por isso digo que foi as melhores palavras que li num contexto apenas, sou brasileiro, tenho apenas 19 anos, e tenho a ambição de ser notado, não falo de sucesso,fama e dinheiro, falo do verdadeiro sucesso que é a paz conseguida atraves daquilo que propriamente fiz.

    abraços Mario não conheço o seu trabalho imagem, ainda mas vou tentar entender e criticar se der :D

  15. 23 Lénine
    Julho 8, 2010 às 3:17 am

    Oi Mario, encontrei o site numa pesquisa do Google, sou Santomense agora em Moçambique. Estou a fazer economia mais já fez uma formação de operador de camera ( de TV) e gosto muito de fotografa, as tuas ideias são super boas mesmo para outras áreas que exija criatividade e inteligência. Gostei, força!

  16. Maio 25, 2011 às 2:27 pm

    Gostei Muito do Post.
    Dicas valiosas, principalmente a 14º(rs)

    Grande abraço!

  17. 25 Luciana Leandro Fotografia
    Julho 6, 2011 às 9:13 pm

    Gostei muito … Suas palavras me ajudaram bastante… Levantou minha auto-estima! Valeu!

  18. 26 Junior Soares
    Julho 21, 2011 às 9:35 pm

    MUITO PRODUTIVO E ULTIL AGRADECO PELAS DICAS.

    Junior Soares Fotografo

  19. Agosto 24, 2011 às 5:10 pm

    Nunca li algo tão verdadeiro! Este texto não se enquadra com o mundo atual da fotografia. Ps fotógrafos atuais ainda não alcançaram esta visão de trabalho, e talvez os clientes também não!!!

  20. 28 Fernando Moreira da Silva
    Dezembro 20, 2011 às 11:22 am

    Gostei do que li aqui… não tenho o texto completo… seria possível enviares uma cópia???
    Só um pequeno comentário… para mim a fotografia deve ser o momento captado, não o momento photoshopado, acho que esses programas tornam as pessoas mais “burras” no momento em que devem escolher como e o que fotografar!

    Abraço


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


mário venda nova

contactos:

tlm 965 275 830

skype: elogiodasombra

"eu não quero saber se sou o primeiro a dar a notícia, só me preocupo em ter a informação correcta e fazê-lo bem. Essa é uma pressão diária."

larry king

trabalhos pessoais


mariovendanova.com
[este é o meu sítio pessoal onde estão os meus projectos já consolidados e acabados]

in every kind of light
[aqui estão os rascunhos dos meus projectos correntes e inacabados]

publicação de fotos

todas as fotografias pertencem aos respectivos autores assinalados e são publicadas apenas no estrito interesse do comentário e crítica sobre fotografia.

recursos


Loja 'o elogio' na Amazon
[larga variedade de livros de e sobre fotografia. se comprar via este link recebo uma pequena percentagem.]

Loja 'o elogio' na Amazon.com (EUA)
[igual ao link acima mas para a loja da Amazon EUA, de todas as compras continuo a receber uma pequena percentagem.]

Monochrom
[loja boutique, com artigos que não se encontram noutras lojas. os pápeis de impressão fine-art são bons.]

arquivo

stats