Archive for the 'edição de imagem' Category

12
Maio
10

Photoshop 20th Anniversary – Startup Memories | Adobe TV

Vodpod videos no longer available.

Uma peça divertida e ao mesmo tempo que faz justiça à passagem do tempo pela aplicação de edição de imagem que revolucionou a fotografia como a conhecemos hoje: o Photoshop. A conversa bastante interessante decorre, basicamente, à volta da construção e desenvolvimento da aplicação com alguns dos envolvidos nesse trabalho.

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30
Mar
09

depois da estatística, o workflow.

Depois de publicar uma breve estatística de um sábado de fotografias, agora publico o que acontece às imagens captadas.

Num dia típico posso captar algures entre 100 e 500 fotografias, muitas delas simples variações de composição e/ou exposição e é preciso catalogar, organizar, escolher e editar cada uma delas. Aqui abro um pequeno parênteses para afirmar o seguinte: sou uma desgraça organizacional. Um ficheiro é arquivado algures e nunca mais sei dele e detesto a pequena arrumação de pastas e pastinhas que o Windows tem, sempre me perdi naquilo. Aliás ainda organizo as coisas um pouco assim mas com o Mac OS e o Finder as coisas têm melhorado. Faz-me confusão ter um ficheiro dentro de uma pasta e precisar do Nero ou de outro programa ‘pirómano’ para uma simples gravação em CD. De volta à fotografia. Dito isto, preciso de algo que me arrume as fotografias e as organize segundo critérios apertados definidos por mim: benvindos ao Aperture.

imagem-1Chego a casa e depois de arrumar mochilas, roupa e calçado e refrescar-me com um banho é hora de meter as fotografias no Aperture, para isso abro a aplicação e selecciono o projecto para onde vão as fotografias. Meto o cartão de memória no leitor – um SanDisk ImageMate – e Aperture pede-me para confirmar se quero meter as fotos nesse projecto, com a opção de apenas escolher algumas, coloco o nome que vai ser dado aos ficheiros, as keywords para pesquisas facilitadas e já está.
É nesta barra que a ‘magia’ inicial acontece e estão disponíveis várias opções:

1) Store Files: é possível trabalhar com imagens que não estejam arquivadas na biblioteca interna do Aperture, embora com a subsequente perda de funcionalidades internas do próprio programa como o backup autónomo, e assim manté-las na sua localização actual. É a velha organização à Windows, descarregar as fotografias numa pastinha e depois dizer ao programa onde estão e trabalhar a partir daí, se não é um fotógrafo ‘on the fly’, esqueça e meta tudo dentro da biblioteca, se trabalha com as mesmas imagens em vários computadores o melhor é trabalhar com as imagens todas numa hard drive externa e editá-las assim. Serve bem o propósito de um fotógrafo de natureza: no terreno é possível verificar os ficheiros e fazer uma edição rápida para depois completar o trabalho em casa.
2) Keywords são pequenas etiquetas de texto que permitem organizar, procurar e catalogar as imagens. São um pequeno resumo do que é a imagem, onde foi tirada – embora eu deixe essa opção para o título do ficheiro – e outras que deseje lá colocar.
3) Version name: eu coloco sempre o local onde as fotografias foram captadas. Sempre. Mas cada um pode seleccionar o que lá quer pôr, claro mas sem esquecer que esse será o título de todas as imagens que vai importar, se tem algumas flores espalhadas no meio de paisagens, o melhor é importar cada tipo de fotografia e dar-lhe o respectivo título. Tem a opção de alterar ou não o ficheiro Master, o que eu não faço.

imagem-2Depois disto escolho as imagens segundo um critério meu de classificação: uma ou duas estrelas, nem interessa perder tempo, três estrelas é preciso verificar composição, luz e potencial ou seja são as imagens para editar. O Aperture, através do uso intensivo de pastas inteligentes cujos critérios de selecção são escolhidos por mim, depois separa tudo. Em qualquer momento sei que fotos têm a classificação de quatro estrelas – Flickr e fotoblogue, quais as fotos de cada ano e separa também as melhores fotografias (quatro e cinco estrelas) por anos.

Ainda existe uma outra pasta com fotos que ainda não foram classificadas nem editadas, são habitulamente as que estão em linha de espera para serem triadas e editadas.

A pasta de impressão serve para testes de impressão, onde basicamente afiro qual o tamanho maior em que posso imprimir determinada imagem e se depois de impressa existem defeitos que escaparam durante a edição ou se esta deixou artefactos que necessitem de correcção.
E para a organização é tudo o que faço.

Depois da organização a edição.
E vamos melhor com o exemplo do que com a palavra. Pego então numa imagem escolhida porque usa o arsenal todo de edição que anda cá por casa.
serra-da-cabreira-143
1) correcção dos níveis. Primeiro de forma automática, depois com correcção manual;
2) corrigir sharpening;
3) como o céu está com zonas queimadas, a imagem é enviada para o LightZone e edito o céu;
4) a cor está claramente a mais, por isso segue para o Silver Efex Pro para ser transformada em preto&branco;
5) corrijo as sombras e as altas-luzes, escolho o tipo de filme – Fuji Acros 100 e dou-lhe um pouco de grão, na tonalidade opto por um split-toning verde/amarelo.

O resultado final:
serra-da-cabreira-143-1
É um exemplo rápido de como escolho, selecciono, organizo e edito as minhas fotografias. Geralmente esta não seria a única versão da imagem, poderia fazer uma com tonalidade sépia, outra com tonalidade fria, uma versão infra-vermelho, poderia fazer tudo no LightZone sem passar pelo Silver Efex Pro, etc. Cada imagem é um caso que merece atenção e paciência, às vezes edito as imagens passado dois ou três meses após a captura para evitar ter ainda ligações demasiado emocionais à imagem, que poderiam ter um efeito nefasto na sua classificação.

27
Out
08

Imagens de alta resolução – AutoPano Pro.

bertiandos-version-2

À primeira vista nada distingue esta imagem de qualquer outra mas de facto é uma imagem diferente…mas qual a razão?
Esta imagem não é uma imagem saída da minha Nikon D200 mas são 21 (vinte e uma) imagens captadas com a D200 e uma lente AF Nikkor 24mm f/2.8D. Primeiro a captura: D200 + lente fixa num tripé Gitzo, medição manual, balanço dos brancos em ‘sombra’ e focagem automática; comecei pelo canto inferior esquerdo e fui fazendo sucessivas fotografias, tendo apenas o cuidado de quando rodava a rótula de ajustar o nível da máquina, cada imagem tem ±20% de overlap sobre a anterior. Edição: primeiro descarregar fotos no Aperture e converter os RAW em Jpeg, depois exportar as imagens em formato Tiff para uma pasta pré-definida, abrir o AutoPano Pro, carregar no botão de ler, esperar que da leitura resulte uma panorâmica, aceitar e depois editar apenas com um crop para eliminar as margens incertas. Depois renderizar a imagem final noutro Tiff de cerca de 300Mb finais e aqui não há atalhos, num iMac dual core 2,0Ghz com 2Gb de memória a operação dura cerca de 30 minutos, é preciso paciência…

No final é apenas necessário seguir o workflow habitual: descarregar imagem no Aperture, ajustar a gosto e já está. Se parece fácil, acreditem é porque é. A imagem resultante tem uma largura de visão enorme mas parece natural, o detalhe é impressionante – no exemplo é impossível ver – e isto imprime em tamanhos impressionantes para uma D200, dá sem problemas para um A1, talvez até um A0.

bertiandos-version-2-1
(crop a 100% da margem do lado esquerdo)
Se tiverem paciência conseguem contar os fetos no canto esquerdo, junto ao rio…

Prós: imagens com altíssimo detalhe, impressões enormes sem upscaling, campo de visão ‘normal’ mesmo em ângulos extremos, facilidade de executar as panorâmicas e é uma alternativa barata (120€) para quem tem uma máquina antiga com menos de 10Mp e precisa de boa resolução. Boas possibilidades criativas.
Contras: consome recursos num computador médio, imagens resultantes com a dimensão de vários Mb – a imagem que aqui está tem 10244 × 4797, não serve para imagens onde haja movimento, necessita de alguma atenção na captura, queima as altas-luzes com facilidade.

Versão final:
bertiandos

Experimentar não custa nada mas as imagens finais enquanto tiverem a versão de teste têm uma marca de água bastante pronunciada com o nome do programa mas em contrapartida a versão não tem tempo limite por isso sintam-se à vontade de testar o AutoPano Pro. Para faz fotografia de natureza é uma ferramenta essencial para fazer panorâmicas e/ou imagens de alta resolução.

04
Out
08

Daqui para ali…(técnicas novas).

bertiandos-pan

Dez imagens da Nikon D200 ‘coladas’ em formato 16:9 no AutoPano Pro e transformadas numa só imagem de uns estonteantes 300Mb, capaz de imprimir a 72 dpi em tamanho placard de rua (qualquer coisa como 3 mts x 1,2 mts). Imprime A2 a uns espantosos 450 dpi com uma qualidade surpreendente e um detalhe impressionante mas com um pequeno trabalho de edição, a nível do sharpening, dos níveis de cor e contraste, com ajuste a preto&branco com um preset que criei e que recria o filme infra-vermelho, depois de ajustado o céu no LightZone, o resultado final é este:
bertiandos-pan-1

Uma nota: os mais atentos já notaram um maerca de água na imagem e que se deve à utilização do AutoPano em modo de teste, antes de o adquirir preciso de o testar criteriosamente porque é ferramenta muito específica e quero ter a certeza de que consegue produzir resultados consistentes. Para já tem surpreendido pela facilidade com que ‘monta’ estas imagens de alta resolução em formato 16:9, que é a minha intenção e não a produção de fotografias panorâmicas tradicionais.

21
Maio
08

Aperture em acção.

picture-2

Aperture in action‘ é uma oportunidade de ver alguns profissionais a explicar como usam esta ferramenta digital. Para quem a usa é interessante ouvir como a usam, para quê e como.
Sou um aderente ao Aperture desde o início e tenho-me mantido fiel desde então, recentemente e porque a interface de impressão não era o que eu desejava procurei outras alternativas mas não encontrei uma que me satisfizesse a ponto de mudar. Entretanto na versão 2 a impressão foi mudada e já se aproxima do ideal mas sobretudo consegue tirar partido da impressão a 16 bit do Leopard e que os novos drivers Epson já suportam. E posso garantir em primeira mão que as impressões Aperture/Epson em 16 bits são muito idênticas ao detalhe conseguido com um bom perfil Spyder3 a ponto de quase não se distinguirem.
Mas nem tudo são rosas e o programa precisa ainda de mais algum desenvolvimento para se tornar numa poderosa ferramenta de edição. Assim de repente gostaria de ver edição localizada e com zonas ajustáveis, a possibilidade de seleccionar o rendering intent na impressão, um soft proof melhor e a edição de grupos de imagens.

29
Mar
07

Photoshop Creative Suite 3.

These are the videos that Adobe launched in their website to promote Photoshop CS3. There 15 videos to choose from the menu, so you can see all the different apps that came in the package.

Estes são os vídeos que a Adobe disponibilizou no seu site pata promover o novo Photoshop CS3. São 15 vídeos no total, assim é possível ver todas as aplicações que vêm no pack.

Links: Adobe Creative Suite.

30
Jan
07

Adobe Photoshop LightRoom.

O LightRoom vai começar a ser comercializado em finais de Fevereiro, estando a Adobe já a aceitar pré-encomendas. O preço será, na fase de lançamento, de 218€ e que irá durar até 30 de Abril. Após esta data o preço rondará os 300€. De salientar que a versão beta descarregada gratuitamente no site do LightRoom só estará funcional até 28 de Fevereiro, por isso se o está a usar tenha em atenção este facto.




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