Posts Tagged ‘colorfoto

19
Maio
11

Fuji X100 no “In Every Light”

Já é possível ler no In every light um teste intensivo à nova Fuji X100. Antes de ir aos detalhes gostaria de agradecer à D. Teresa Fonseca e ao Sr. Pedro Rangel da Fujifilm Portugal por me cederem a X100 durante alguns dias para teste, gostaria também de agradecer ao Bruno Freitas da loja Colorfoto no Porto por me ter posto em contacto com a Fuji, a todos os meus agradecimentos pela oportunidade que me concederam para testar a máquina. Em relação à X100 o que dizer? Para isso basta dirigirem-se ao In every light para saberem, sem levantar muito o véu apenas posso dizer que a máquina tem excelente qualidade…

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15
Jul
10

Inauguração da exposição ‘O fogo e o gelo’

13
Maio
10

Inauguração da nova megastore Colorfoto

Amanhã inaugura a nova megastore da Colorfoto em Lisboa, mais propriamente em Alvalade. Será uma, senão mesmo a maior, das maiores lojas dedicadas à fotografia em Portugal pelo que não é de perder a oportunidade para visitar o espaço e ver as últimas novidades. Em termos de arquitectura será um espaço fantástico, novo, fresco e carregado de surpresas. Aqui fica o convite!

24
Set
09

Notícias curtas e pequenos flashes…

De férias no Sudoeste Alentejano e já quase a regressar a casa e ao trabalho começo já a fazer um pequeno apanhado de assuntos pendentes e que vão merecer a minha atenção nos próximos tempos:

Reclamação junto dos CTT
Sobre este assunto duas notícias, uma boa e outra má. Primeiro a má, os CTT decidiram a favor dos próprios serviços nesta reclamação, segundo o responsável pela análise e reposta à minha reclamação se a embalagem não aguenta o manuseamento dos CTT então cabe à empresa que envia a embalagem de a reforçar. Como os CTT conseguiram dobrar um cartão que não é facilmente dobrado então é melhor a 20×200 começar a pensar em enviar as fotografias para Portugal em embalagens de metal…
A boa: a 20×200 reconheceu que a sua embalagem não era de facto à prova de estupidez postal e decidiu não só reforçar as mesmas mas também substituir a fotografia que ficou inutilizada. Ora aqui está uma empresa que vai continuar a receber a minha preferência.

Japan Exposures
Chegaram os livros que encomendei do Japão e estava com algum receio de que os mesmos tivessem o mesmo tratamento da fotografia da 20×200, enganei-me. Os autores do sítio não brincam em serviço e recorrem à EMS para fazer o serviço total desde o envio de Tóquio até Portugal, procedem ao desalfandegamento e entrega; nada é deixado ao acaso. E ainda por cima demoram cerca de cinco dias e podemos seguir a viagem da embalagem desde Tóquio até à alfândega. Mais um (pequeno) negócio que me merece a minha preferência.
Um dos livros que comprei, ‘Northern’ do Daido Moriyama, já esgotou e não vai ser reeditado, ainda consegui a minha cópia a tempo e assinada pelo autor. No sítio ainda é possível comprar as últimas cópias, estas infelizmente já não estão assinadas.

A exposição do Fernando Guerra
A inauguração correu muito bem (como podem ler no blogue da galeria – parte I e parte II) mas foi trabalho duro e árduo. Espero que a próxima corra tão bem como esta. Do feedback que tenho recebido a recepção à exposição e à galeria tem sido francamente boa, o que é óptimo e é o reconhecimento do valor deste projecto e do esforço que a Colorfoto colocou no mesmo.

Maps e The solitude of Ravens.
Já estão na minha posse estas duas raridades da fotografia japonesa e que espero analisar e criticar em breve. Maps é um dos livros mais importantes da fotografia japonesa pós segunda guerra mundial, The Solitude of Ravens tem por trás não só um projecto conceptual arrojado mas que ao mesmo tempo está intimamente ligado à vida pessoal do autor. Mais em breve.

Livro ‘Entre Reportagens’
O Fernando Guerra decidiu editar um pequeno livro com a totalidade das imagens que compõem este seu trabalho, são cerca de 90 fotografias no total e tem os textos da exposição, um da minha autoria e outra da autoria do Daniel Carrapa. Tem uma edição limitada e pode ser adquirido nas lojas Colorfoto. Não se descuidem porque vai esgotar.

05
Maio
09

Novo projecto – do outro lado da relação.

Durante algum tempo foi sendo um pouco crítico em relação ao espaço da Colorfoto no Porto em virtude de existir na loja uma galeria de dimensões interessantes mas que estava absolutamente parada. Não havia programa nem exposições definidas no tempo e o espaço estava desaproveitado. Sempre que abria um espaço ou que escrevia sobre algum projecto idêntico, não só na arte mas nos propósitos, a crítica retornava porque sinceramente achava, e acho, que mais e melhor poderia ser feito.

Ao contrário do que imaginava as minhas críticas não eram ignoradas e estavam a ser analisadas por parte da Colorfoto. Foi assim com alguma surpresa que fui convidado pelo José Manuel Silva para me reunir com ele e apresentar uma proposta, um projecto de gestão e organização do espaço galeria. Encontramos pontos de interesse para ambas as partes e assim nasce uma nova faceta da minha actividade que é comissariar exposições.
Não é tarefa fácil nem a considero como um privilégio, antes uma responsabilidade acrescida de colocar as minhas opções disponíveis ao público de uma forma mais crítica, mais selectiva e sem concessões. Optar, em arte ou na vida em geral, significa excluir, um processo por vezes doloroso de derrubar expectativas ou de criar um estado de desinterese, de abandono pelo trabalho que se faz por parte daquele que não é escolhido. Estou deste lado a produzir fotografia que desejo expor, mostrar em papel bem impresso, longe da web e das suas distracções, já expus pintura e conheço o sentimento de rejeição mas conheço a euforia do convite, da aceitação implícita da nossa arte que é um convite para expor. Lidar com estes sentimentos é, e será, o pior da arte de comissariar.

Dito isto, o espaço pretende ser um espaço democrático, não vou seleccionar apenas no caracter profissional de quem se apresenta mas tão sómente com base em três premissas: coerência, consistência e forma de trabalhar, tudo isto somado à qualidade dos trabalhos. Portanto isto também é um desafio para todos aqueles que acham que merecem um lugar nas paredes que vou comissariar, se acham que o vosso trabalho tem qualidade e que cumpre as três permissas, esta é a hora de arriscar. O meu trabalho não se esgota, nem de longe nem de perto, na análise dos portfolios que nos chegarem, principalmente o meu trabalho será de pesquisa, análise e de convite directo aos fotógrafos que em várias disciplinas se destacam, passará também por reconhecer novos talentos e fornecer-lhes ferramentas para exibirem os seus trabalhos com a qualidade que merecem; a minha atenção estará focada nesta vertente de pesquisa e de descoberta.

Tenho muito presente em mim a responsabilidade que este convite do José Manuel me traz, agora não estou só aqui no conforto que a web nos dá a dissertar sobre o que se passa na fotografia, posso também ter um papel activo nesses acontecimentos, além de que transporto comigo o peso de uma loja que desde 1983 muito tem feito pela fotografia e que tem sabido estar atenta às novas tendências e que tem misturado brilhantemente o equipamento com a arte. Espero estar à altura desta responsabilidade.

Mas não estou sózinho nesta aventura e seria injusto não o mencionar, conto com uma equipa motivada e que sei que está a encarar este desafio de uma forma aguerrida, assim no Porto temos o Leandro, o Bruno e a Mónica, em Lisboa está o José Manuel Silva a dirigir todo este projecto. Não me seria possível assumir esta resposabilidade sem a ajuda da equipa Colorfoto do Porto, se já anteriormente eram uma ajuda preciosa, hoje são-o ainda mais.

Antes de terminar informo que o blogue da galeria já está a funcionar e que também estamos no Twitter, visitem-nos e deixem as vossas impressões.

18
Dez
08

Cabaz de natal.

Em colaboração com a loja Colorfoto trago-vos hoje um cabaz com vários itens para meterem no sapatinho do fotógrafo lá de casa ou da família. Há prendas para vários preços e tamanhos, portanto abrange vários tipos de bolsa e de fotógrafos. Boas compras!

Canon Powershot G10
A compacta do momento, pequena, com excelentes capacidades e boa qualidade de imagem. A lente tem um alcance limitado mas nas mãos de um fotógrafo experiente a máquina produz resultados de qualidade superlativa. É a minha prenda de sonho e espero ter uma na mão para poder publicar um teste dentro em breve.

Colorvision Spyder3 elite
Um excelente calibrador de ecrã de qualidade absoluta. Eu pessoalmente uso um, tem capacidade de calibrar até dois monitores em simultâneo, pode ser programado para emitir um aviso caso o(s) monitor(es) fiquem descalibrados e é a ferramente essencial em edição de imagem. Essencial para fotógrafos exigentes e que exigem um workflow calibrado.

Flash Canon 580EX / Flash Nikon SB900
Dois flashes de topo para fotógrafos expert. O topo da gama das respectivas marcas, capazes de proporcionarem iluminação criativa e de qualidade.

Leitor multimédia Epson P7000
A prenda ideal para fotógrafos que passam muito tempo fora a fotografar e que por motivos vários não podem andar com um portátil às costas. Permite visualizar quase todos os formatos RAW e tem um disco de 160Gb. O monitor tem cerca de 10 cm de tamanho e usa a tecnologia PictBridge que lhe permite imprimir sem estar ligado a um computador.

Artic Butterfly 724
Uma ferramenta para limpar os sensores das câmaras digitais e é considerado por muitos a melhor na sua especialidade. Pessoalmente tenho o modelo abaixo e funciona muito bem, recomendado para pessoas que necessitam de limpar o sensor com frequência em conjunto com as espátulas e o líquido de limpeza da mesma marca.

Tripé Manfrotto 190XPROB + rótula 804RC2
Excelente escolha em tripés a Manfrotto sempre conseguiu fazer produtos com boa tecnologia a bom preço. Este é um tripé em polímero (Adapto) mais leve que o alumínio e a cabeça é uma cabeça de três eixos com outros tantos manípulos. Uma excelente escolha e óptima relação preço/qualidade, para obter mais e melhor é preciso gastar 3x mais para reduzir 200 ou 300 gramas…

11
Fev
08

Ana Teresa Vicente na Galeria Colorfoto.

Está patente na galeria da Colorfoto no Porto a exposição Narcisa de Ana Teresa Vicente. O espaço situado na cave da loja é ideal para exposições, tem uma área considerável e bem iluminada.
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Ana Vicente propõe uma abordagem contemporânea para o mito de Narciso, desta vez numa perspectiva feminina, ao mesmo tempo que coloca questões sobre a fotografia e a credibilidade enquanto suporte da verdade dos factos. Onde Ana Vicente falha no seu manifesto é precisamente neste ponto: se a autora nos diz que as imagens são encenadas como podemos nós questionar a credibilidade das mesmas? Mas as fotografias valem como corpo de trabalho independentemente do que se diz das mesmas e é isso que interessa, para já, analisar.

Onde acho que o trabalho da fotógrafa resulta menos é nas imagens de exterior onde a confusão de planos e pormenores não permite uma leitura limpa das fotografias. Aqui o tema é explorado na sua leitura mais directa, não deixando lugar a uma leitura mais subjectiva, mais contemporânea. Há no entanto um triptíco mais conseguido que os restantes, onde essa leitura resulta muito bem, apesar de, na minha opinião, se afastar das concepções originais da autora, o que não é forçosamente um defeito.
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O trabalho de Ana Vicente brilha magistralmente nas fotografias de interior onde a relação corpo/espaço é bem explorada. Aqui um corpo feminino é retratado de uma forma que impede a sua identificação. É, portanto, um corpo anónimo que nos é retratado pelo espaço, como se o mesmo fosse um reflexo do ser, do mundo interior que habita, que conduz aquele corpo. Mais do que o mito de Narciso, aqui fala-se de um complexo mundo interior e que se transforma num reflexo, em algo que cada um de nós vê de maneira própria; mas o retratado também se vê através desse reflexo – é um perverso efeito de transfiguração do que vemos. O caos interior espelha-se através destes cenários abandonados – um espelho da solidão? – e em ruínas. O corpo, esse está lá mas é apenas um veículo que transporta todo este ‘mundo interior’ através de vários cenários.
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Gostei desta parte do trabalho de Ana Vicente e gostei menos do seu trabalho de exterior. Mas tenho um certa afinidade por este tipo de trabalhos e é necessário levar este facto em consideração; no global a exposição é equilibrada e interessante. A Ana Vicente apresenta um trabalho coeso, bem estruturado e que adivinha boas perspectivas. Bom trabalho de impressão, boas molduras e um trabalho muito bom na colocação dos trabalhos numa sequência que permite uma leitura escorreita do trabalho. Uma boa escolha da Colorfoto para este seu espaço que ‘pede’ para ser usado com mais frequência.




mário venda nova

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"eu não quero saber se sou o primeiro a dar a notícia, só me preocupo em ter a informação correcta e fazê-lo bem. Essa é uma pressão diária."

larry king

trabalhos pessoais


mariovendanova.com
[este é o meu sítio pessoal onde estão os meus projectos já consolidados e acabados]

in every kind of light
[aqui estão os rascunhos dos meus projectos correntes e inacabados]

publicação de fotos

todas as fotografias pertencem aos respectivos autores assinalados e são publicadas apenas no estrito interesse do comentário e crítica sobre fotografia.

recursos


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