Archive for the 'equipamento' Category

08
Jun
09

Fiat Panda 4×4 Cross – uma ferramenta.

serra da cabreira 5Troco de carro apenas quando aquele que tenho está nas últimas e, previsivelmente, irá começar a dar problemas. Dito isto, há dois anos precisei de trocar de carro e como fotografo natureza muitas vezes por trilhos e caminhos duros (à medida que a idade vai avançando a ideia de andar quilómetros atrás de quilómetros a pé com uma mochila carregada de material fotográfico começa a perder o seu encanto), analisei algumas opções de mercado para um carro 4×4 com algumas características particulares: tinha que ser um carro utilizável no dia-a-dia, leve, pequeno, com consumos baixos, com estacionamento fácil e não precisava de ser um todo o terreno puro e duro.

Uma das primeiras opções foi o crossover SX4 da Suzuki que abandonei logo de seguida, é um crossover sem tracção integral; analisei o Jimny da mesma marca mas o motor a gasolina não me convenceu – a marca disponibilizou durante algum tempo um motor diesel de 1500cc mas foi eliminado do catálogo – e o facto de quase tudo ser extra também não me agradou, que raio de ideia é a de vender um veículo 4×4 sem protecção do motor vendido depois à parte? O resto da ‘concorrência’ também não me convenceu: o VW Polo Cross é tudo menos um 4×4, é apenas um Polo com rodas mais altas, o Land Rover Defender é um 4×4 puro e duro que me obrigava a ter um segundo carro para a cidade (ainda pensei adquirir um e um Smart para a cidade) e o resto são SUV mais ao menos adaptados à cidade.
Um dia fui fazer a revisão ao carro que tinha na altura e vi um Panda 4×4 Cross em exposição, fiz um test drive e depois de alguma análise avancei para a compra de um.

Para nos melhor situarmos abro um parêntesis para vermos do que é que falo quando falo que necessito de um 4×4: a maioria dos percursos de que falo são estradas de terra em mau estado, com buracos e rochas, lama no inverno, tracção relativamente reduzida e algumas subidas íngremes, portanto nada de particularmente duro. De vez em quando um rocha mais saída, um raíz no meio do caminho, no entanto são percursos impossíveis para um carro normal.

O Panda 4×4 Cross tem um motor 1300 diesel com 70cv, vem de origem com uma série de extras e vai-lhe esvaziar os bolsos em cerca de 22.500€. Existe uma versão mais barata sem tantos extras, o Panda 4×4 Climbing mas não é bem o mesmo tipo de carro, embora lhe tenha que dar crédito por ser um 4×4 de tracção integral. O Cross tem tracção integral permanente (98% frente / 2% atrás, distribuída depois pelo controlo de tracção conforme as necessidades) e um bloqueio electrónico do diferencial que dá jeito em situações de tracção reduzida e que lhe permite circular em três rodas, caso seja necessário; este bloqueio apenas funciona até aos 40kmh a partir daí desliga-se.
Leve e bastante ágil, o carro é diversão pura em condução fora de estrada mas não esperem milagres em situações mais apertadas, a sua vocação não é trial nem situações limite de todo-o-terreno. Posto isto ainda não me encontrei em nenhuma situação ‘enrascada’ onde a saída fosse complicada. A sua vocação é o transporte de duas pessoas nas calmas e com agilidade por terrenos que seriam impossíveis para um carro normal e sem pretensões de ser um carro tipo Dakar…
Encontro-lhe algumas limitações que derivam principalmente do equipamento que traz: pneus e suspensões. Os pneus são mistos e são uma boa treta, são muito moles e desgastam-se à velocidade da luz, as suspensões são também um misto de 4×4 e cidade e não ajudam muito à tracção tornando o carro um bocado saltitão em todo-o-terreno. No entanto são situações que podem ser facilmente resolvidas com a sua substituição e a suspensão pode ser alteada. Outra situação que é obrigatório corrigir: o pneu sobresselente – é daqueles tipo bicicleta. Junte cerca de 200€ para comprar um jante de tamanho 15″ e meta-lhe um pneu 4×4 de tamanho normal (175/65), isto se não quiser ficar no meio de um monte com um furo…
Tem também um depósito de combustível bastante pequeno – 30lt – e por isso recomendo que tenha atenção ao abstecimento antes de ir para o meio do mato. A mala não existe, com uma mochila média, uma 300/2.8, um tripé e alimentação para um dia inteiro de fotografia para duas pessoas o espaço foi-se. Em viagens longas os bancos podem ser rebatidos 50/50 e assim prolongar mais um pouco o espaço mas este de facto não abunda na mala. Idem aspas para o habitáculo, se tem dimensões maiores que um adolescente de 17 anos é melhor testar o carro mas diga-se em abono da verdade que o Suzuki Jimny tem mais ou menos as mesmas dimensões.

Este carro tem-me permitido fazer incursões longas em sítios onde a pé apenas poderia fazer 10 a 15% do mesmo percurso, como por exemplo na Serra da Cabreira ou na áerea protegida do Corno do Bico. Recentemente atravessei a Serra da Cabreira desde a aldeia de Agra até ao outro extremo e a viagem Porto-Cabreira-Porto e o combustível ficou-me por cerca de 10€ e aqui reside uma das vantagens deste carro, mesmo em todo-o-terreno: o consumo reduzido. Em 4×4 puro e com todo o tipo de terreno este carro consome cerca de 5.4/5.3 lt/km, uma vantagem espantosa em relação aos consumos de outros veículos 4×4 que fazem cerca de 9 lt/km. O tamanho tem outra vantagem óbvia: permite enfiá-lo onde um 4×4 de tamanho razoável não entraria de forma nenhuma e isso permite-me por exemplo fazer inversão de marcha em caminhos muito estreitos e circular onde só uma moto4 entra, com um 4×4 normal isso seria quase impossível.

Para um fotógrafo de natureza é uma ferramenta de transporte muito interessante, com características únicas e que lhe conferem capacidades também únicas. Não serve para transportar uma família com conforto nem consegue fazer todo-o-terreno à vontade com mais de duas pessoas dentro mas no global tem sido uma ferramenta essencial para mim. O preço não é baixo mas o VW Polo é mais caro e não tem metade das possibilidades do Panda 4×4 Cross que tem uma relação preço/qualidade interessante para o tipo de carro que é vs capacidade de ‘tragar’ terrenos mais difíceis. Precisa de algumas afinações para ser um 4×4 polivalente o que lhe acrescenta uns quantos € ao preço mas é algo que se pode ir fazendo, excepto o pneu sobresselente que tem mesmo que ser substituído.

Se está curioso sobre as capacidades do carro aqui ficam algumas ligações para vídeos no Youtube:
Fiat Panda 4×4 Climbing vs Range Rover
Fiat Panda 4×4 – passeio em Pero Pinheiro
Passeio Club Panda 4×4
Fiat Panda 4×4 Cross vs Range Rover (em alemão)

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28
Abr
09

limpeza do sensor.

Daqui…limpeza-2…até aqui…limpeza-1…numa hora.
As duas imagens que vêem são imagens do sensor aps-c da Nikon D200 antes e depois de ser limpo, apesar das diferenças do balanço dos brancos é notório o lixo no primeiro fotograma. Limpar esta borrada demorou-me uma hora e várias limpezas com vários produtos:
1) um soprador de ar para desalojar as partículas menos agarradas ao sensor;
2) um pincel Artic Butterfly da VisibleDust para remover aquilo que o soprador não conseguiu desalojar;
3) um conjunto GreenClean;
4) resmas de paciência;
5) muita calma;
6) e uma dúzia (certa) de fotografias.

Como vêem há mais na fotografia do que imaginam…

03
Mar
09

vibração do espelho da nikon d200.

mirror-slap-11
mirror-slapA imagem A não tem diferença nenhuma da imagem B em termos de velocidade de obturador ou de abertura do diafragma mas se olharmos bem para as duas imagens nota-se que a A está visivelmente tremida. Dado que ambas foram tiradas em cima de um tripé e com tudo bem seguro, o que faz com que uma esteja tremida e inutilizada e a outra esteja perfeita?

Desde que investi numa AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED e numa AF-S VR Nikkor 300mm f/2.8G IF-ED que noto esta tendência da D200 em apresentar imagens que não são aceitáveis, mesmo que sejam, efectuadas em cima de um tripé e perfeitamente seguras. Decidi investigar…
Primeiro notei que isto só acontece com teleobjectivas e com velocidades de obturador entre os 1/5 seg. e os 1/60 seg., acima ou abaixo destas velocidades o problema desaparece gradualmente; também noto que acontece precisamente em objectivas que estejam fixas ao tripé por um ‘pé’ de apoio próprio e não através da máquina. Após alguns testes descobri o culpado: o espelho da máquina. O espelho tem um mecanismo que o faz subir para que a luz atinga o sensor/filme no momento em que o obturador se abre – e daí tudo ficar escuro se estamos a olhar pela ocular da máquina – e logo que este se fecha o faz retornar à sua posição inicial. É precisamente este movimento, sobretudo o de subida, que transmite uma vibração à máquina que por sua vez o transmite à lente e o resultado final é uma imagem tremida. Nem mesmo com o recurso ao retardador se elimina o problema, a única solução é comprar um cabo disparador e utilizar o ‘mirror lock-up’, o problema é que esta solução acarreta investimento num artigo que as marcas – especialmente a Nikon – gostam de cobrar à grande…
Espero que o problema esteja minimizado nas novas Nikon, se houver por ai alguém que já tenha sentido o mesmo problema noutros modelos da marca, agradeço o vosso feedback.

Mas parece-me que o espelho não é o único culpado, de facto numa teleobjectiva fixa pelo colar de tripé e não pela máquina, este deveria ser suficientemente estável para suportar a lente e não deixar que a mesma vibre com facilidade mas num mundo onde o design – o desenho das peças mas também a forma que funcionam – e o controle de qualidade estão a ser cada vez mais descurados pelas marcas já nada me espanta. Espanta-me que a Nikon cobre cerca de 1.800€ por um zoom profissional que depois ostenta falhas deste tipo na sua concepção e já nem falo na AF-S VR Nikkor 300mm f/2.8G IF-ED onde este tipo de problema nem deveria surgir logo à partida. O problema não se deve só à má concepção do espelho da D200 mas também ao insuficiente isolamento do colar de tripé destas lentes, juntos fazem um mix explosivo que ‘rebenta’ nas mãos dos compradores mal começam a explorar o equipamento que têm. Não existe técnica milagrosa que resista a isto e muitas vezes chega-se a casa com um dia de fotografias que vão direitinhas para o lixo porque objectivamente têm falhas técnicas que as inutiliza. A solução está na captura em procurar situações com boa luz que permitam usar a lente com velocidades de obturação elevadas ou segura na mão com o VR ligado, como se pode ver na imagem C ou usar a técnica ‘prescrita’ de utilizar o ‘mirror lock-up’ e cabo. E ter muita paciência no terreno e, já gora, tempo para verificar as imagens realizadas antes de sair do local. Com as máquinas mais recentes a solução passa também por subir o ISO para poder usar velocidades de obturação mais elevadas, mas repito que isto são soluções para um problema que nem deveria existir nestas lentes.

serra-da-cabreira-88

Entretanto para os utilizadores da D200 e que se querem aventurar em fotografia lenta com teleobjectivas já sabe a solução: ‘mirror lock-up’ e cabo disparador. E não caiam na tentação de ligar o VR (Vibration Reduction) com a máquina ou lente fixa num tripé porque esta combinação exacerba ainda mais o problema.

Dados técnicos (crops a 100%):
A) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f10 e 1/4 seg / temporizador / tripé gitzo + rótula Acratech.
B) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f10 e 1/5 seg / mirror lock-up – cabo Nikon MC30 / tripé gitzo + rótula Acratech.
C) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f5.6 e 1/320 seg / VR.

16
Fev
09

fiabilidade vs o resto.

Antartica 2009 – what worked what didn´t
Michael Reichmann do Luminous Landscape descreve, após o regresso de um dos seus workshops na Antartida, o que funcionou e o que falhou. Terrível a conclusão: 25% das Canon 5D MkII que foram regressaram avariadas. As Sony A900 aguentaram o tempo inclemente e as Nikon D700 idem, tudo máquinas no mesmo patamar de qualidade que deveriam ter o mesmo comportamento; são máquinas semi-profissionais que é suposto aguentarem mau tempo, baixas temperaturas e humidade elevada. Não há milagres em nenhuma marca mas a Canon nunca primou por ter corpos bem construídos e suficientemente estanques à poeira e humidade, isso é um facto.

20
Jan
09

Para venda…

Tenho para venda neste momento duas lentes Nikon:
a) AF-S DX Zoom-Nikkor 12-24mm f/4G IF-ED
Lente recente em excelente estado de conservação, sem riscos nem sinais de uso. Não tem fungos e a lente frontal esteve sempre protegida por um filtro Nikon L37C (não incluído) e portanto a óptica está também em excelente estado (como novo). Tem motor AFS e só funciona totalmente em máquinas DX (D40, D40X, D50, D60, D80, D90, D100, D200, D300, séries D1 e D2), em máquinas full-frame só funciona a partir dos 18mm. Razão da venda: troca futura por uma PC-E NIKKOR 24mm f/3.5D ED. Preço: 700€. Oferta de uma bolsa Nikon de transporte de objectivas (em tecido grosso).
b) AF Nikkor 28mm f/2.8
Modelo antigo (não D) de meados dos anos 90 (93 a 95) em bom estado, sem fungos, sem sinais de uso e óptica em excelente estado (protegida por um filtro Hama Skylight. Oferta do filtro mencionado e do pára-sol. Preço: 100€. Lente que já não uso há mais de quatro anos…
Preço negociável caso adquiram as duas lentes em conjunto. Posso enviar fotografias de ambas as lentes se desejarem.

Se estiverem interessados contactem-me pelo email blogue[.]oeds[arroba]netcabo[.]pt.

05
Jan
09

2008 – categoria ‘o que é isto?!?’

Acho que esta categoria vai com toda a justiça para a Leica S2 e respectivo conjunto de objectivas. Pela ousadia de propor uma máquina que sai completamente fora dos padrões estabelecidos e por estabelecer um novo formato algures entre o 35mm e o médio-formato, a Leica foi a marca que deixou os apaixonados pela tecnologia fotográfica de boca aberta. E as primeiras imagens efectuadas com a câmara prometem um sistema transportável e com uma qualidade de imagem superlativa. O futuro já está aí…
Uma palavra para a Panasonic e o seu sistema de Micro 4/3 que já implementou na G1 e que pode muito bem vir a revolucionar as pequenas SLR e as compactas.

05
Jan
09

2008 – acessórios.

Para finalizar os artigos sobre os melhores equipamentos de 2008 termino com os acessórios, tudo aquilo que nos ajuda a obter melhores fotografias e sem os quais não seria possível atingir esse objectivo.

Flash
Nikon SB-900
Um concentrado de tecnologia, este flash foi até onde não se imaginaria até ao seu lançamento: detecta automaticamente o tipo de sensor da câmara onde está ligado e ajusta-se em conformidade, tem um ângulo de cobertura verdadeiramente largo (vai dos 17 ao 200 mm), a distribuição da luz pode ser ajustada e se colocar um gel colorido na luz ele detecta-o e ajusta o balanço dos brancos automaticamente. Impressionante de facto. Este concentrado todo tem um preço de 499€.

Impressora
Epson Stylus Photo R2880
Será possível melhorar um produto que é excelente? A Epson pegou na excelente R2400 e transformou-a numa impressionante R2880, já dotada com as novas tintas K3 Vivid Magenta. Se a R2400 era um produto muito acima da sua classe e encontrava o seu lugar natural num pequeno estúdio, agora está num patamar ainda mais acima e quem quer imprimir até ao A3+ não precisa de procurar mais. Tem alguns pequenos defeitos, o principal é a capacidade dos tinteiros (ridícula: apenas 13ml) o que torna a tinta demasiado cara.
Mas por 756€, na Colorfoto, a impressora oferece uma impressão de alto nível até ao A3+, a cores ou a preto&branco, graças à tecnologia K3 da Epson que usa três pretos – photo black/matt black + light black + light light black – e a nova tinta vivid magenta. Para conseguir melhor, e na minha opinião não é muito melhor, é preciso gastar o dobro numa Pro 3800 que já imprime até ao A2.

Papel brilhante
É díficil bater o Ilford Gold Fibre nesta categoria, sobretudo pela impecável impressão a preto&branco e pela sua relação preço/qualidade. Capaz de se bater com os papéis analógicos desta velha marca britânica, sobretudo com os míticos Warmtone, é um papel soberbo, com um peso adequado a impressões fine-art (310gsm), um perfil de fábrica bastante ajustado e uma gama tonal assombrosa. É, definitivamente, o meu papel de eescolha para impressões que exigem um papel brilhante, tendo apenas a apontar a ligeira cor quente do papel que faz sobressair um pouco mais as cores de tonalidade amarela/laranja/vermelha das fotografias, tirando isso é o papel de impressão ponto final.

Papel mate
Foi difícil chegar ao papel mate de eleição, principalmente porque testei bastantes, mas o MonoPrint Avignon Smooth é de facto imbatível. com impressionante peso de 325 gsm, é o papel fine-art de excelência, com um acabamento suave e de bom definição. Sem ser demasiado texturado, algo que não aprecio particularmente nos papéis inkjet, permite um definição imbatível para um papel mate e excelente cor, é capaz de absorver uma boa quantidade de tinta o que lhe permite assegurar uma longa longevidade das impressões. Papel de muito bom nível com um preço algo proibitivo…

Software
A minha escolha não recai sobre um programa de software per si mas um plugin. Os plugin’s permitem expandir as capacidades de determinado software e a Nik Software tem-se especializado neste tipo de programas e o seu Silver Efex Pro é uma ferramenta essencial para quem possui o Photoshop ou o Aperture e deseja ir mais longe nas transformação de imagens a cores em preto&branco. Durante o teste que efectuei ao plugin (técnica que uso sempre que possível antes de adquirir qualquer programa e que as marcas cada vez mais usam para atrair clientes) fiquei impressionado com a interface, com as possibilidades artísticas e rapidez do mesmo. Permite transformar uma imagem a cores numa imagem a preto&branco com inúmeras possíbilidades criativas, que vão desde o contraste ao grão e simulação de filme analógico. Imprecindível em qualquer labotatório digital que se preze e que use um dos dois programas que indiquei no início. O preço é no entanto o maior defeito deste programa, cerca de 199€ parece-me exagerado para um plugin mas dada as suas características é produto que recomendo.




mário venda nova

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[este é o meu sítio pessoal onde estão os meus projectos já consolidados e acabados]

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[aqui estão os rascunhos dos meus projectos correntes e inacabados]

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