Posts Tagged ‘equipamento

09
Nov
09

Don´t send that email, teste da A900 (+)…

My nine to five: Jonathan Scott
A rotina não tão glamorosa de um casal de fotógrafos de natureza. Quem julga que ser fotógrafo – ou artista, ou designer, ou escultor… – é apenas andar com o material na mochila à espera que algo atravesse o caminho e que as viagens são fantásticas, esta leitura vai ser desapontante…

Don’t send that email
John Freeman, o editor da revista Granta, escreveu um livro sobre a forma como o correio electrónico está a mudar hábitos de vida e de trabalho.
É também autor de um blogue com o seu nome.

Big is beautiful
O mercado de retrato visto de uma forma puramente comercial no British Journal of Photography.

Fotografia sem qualidades
A crítica da última exposição de fotografia em Serralves da autoria do fotógrafo Augusto Alves da Silva. O título da crítica está completamente desfazado do texto, uma situação a rever.

A Sony A900 no teste de José Loureiro
A nova aposta da Sony para o mercado profissional passa pelo crivo do José Loureiro, terá passado o teste? Leiam para saber mais…

Munsell hue test
Um pequeno teste para descobrir até que ponto a sua percepção das tonalidades é correcta. Faz-se rapidamente.

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06
Out
09

(T)(S)er.

“What we do during our working hours determines what we have, what we do in our leisure hours determines what we are.”

George Eastman

É sempre uma discussão, esta do ser e do ter, interessante de debater com fotógrafos. Se por um lado a fotografia é arte por outro lado é inegável o lado técnico e tecnológico e perceber até que ponto cada um dos lados influencia o outro é uma discussão com possibilidades infinitas.
Será um fotógrafo cada vez melhor se tiver mais e melhor equipamento? Será a arte independente das ferramentas?

Acho que a questão central deste debate será sempre o de cada um ter as ferramentas necessárias para atingir os objectivos a que se propõe, aqui é que reside o problema de facto nos debates em torno dos equipamentos fotográficos, é que sem objectivos claros qualquer justificação serve para comprar uma nova máquina, uma nova lente ou uma nova impressora. Poder ter e manusear o melhor e mais recente equipamento, custe ele 1.000€ ou 10.000€, é uma justificação perfeitamente aceitável do ponto de vista da justificação da aquisição, do ponto de vista da utilização é fraca razão para o justificar e muitas vezes o Ter é mais forte do que o Ser. Resolver uma falta de inspiração ou tentar lutar contra a mesma empurrando o problema para a frente, gastando dinheiro numa nova lente que de repente vai resolver tudo é o caminho mais certo para ter uma excelente colecção de equipamento ao fim de uns anos mas também uma colecção impressionante de fotografias medianas…

Um fotógrafo, dizem que eu não tenho assim tanta certeza, fotografa com qualquer coisa nem que seja um pinhole feita com uma lata. Talvez. Mas um fotógrafo sentado numa margem de um rio à procura de fotografar uma garça real, chegaria a casa sem nada publicável e vendável.
Se as ferramentas não fazem o artesão, as ferramentas apropriadas fazem toda a diferença. Saber o que usar, quando o usar e porque o usar são apenas algumas das muitas decisões criativas que um fotógrafo tem que tomar. Um bom fotógrafo não compra uma lente (substituir por máquina, tripé, filme, o que melhor se adaptar a cada caso) que depois encaixa no seu método de trabalho, um bom fotógrafo compra uma nova lente porque para atingir determinado objectivo criativo precisa dessa lente.

Olhar, ver, sentir e fazer a fotografia são talvez as melhores ferramentas que os fotógrafos têm à sua disposição. Ter objectivos claros e bem definidos antes de carregar a mochila é meio caminho para fazer boas fotografias; trabalhar para um livro, uma exposição é trabalhar para um fim, sair e fazer algumas fotografias sem esse foco central é apenas trabalhar para o stock e nada mais. E o stock é algo que se mostra à família, aos amigos mas que dificilmente impressiona alguém fora desse círculo. Para atingir objectivos mais audazes temos que ser capazes de os impor a nós mesmos mas sobretudo ser capazes de os cumprir. Até ao fim. E sobretudo procurar não disfarçar a falta de objectivos com o excesso de equipamento.

13
Jul
09

sobre equipamento e + …

O blogue de José Loureiro
Acho que já aqui tinha mencionado este blogue mas nunca é demais salientar o que é bom. É difícil encontrar bons blogues em português com testes a equipamentos Nikon mas aqui está este que é uma verdadeira pérola, bons textos, explicações que qualquer um entende e consegue mesmo surpreender um fã die-hard da Nikon como eu. Recomendado.

Pixelpress
Uma revista online e editora ao mesmo tempo. é também uma plataforma onde se encontram vários ensaios fotográficos de cariz documental. É a editora do livro ‘After photography’ do Fred Ritchin que está na minha lista de próximas aquisições; um livro que aborda o estado da fotografia na era digital e quais as consequências na forma como entendemos a fotografia desta era.

Torture-free but still a rock star

I was never at my best when I was at my worst

Uma entrevista com Jeff Tweedy dos Wilco acerca da sua mais recente digressão, o último álbum mas sobretudo um retrato de um homem outrora tortuoso e com uma depência de comprimidos que hoje se revê num homem normal com família e uma carreira estabelecida.

The photobook
Um blogue dedicado à crítica de livros de fotografia. Dado o interesse no investimento em monografias de fotografia que existe actualmente no mercado é um blogue importante. Hoje mais do que nunca o investimento em livros de fotografia – vulgo monografias – está a revelar-se muito interessante, mesmo com artistas contemporâneos; um exemplo é o caso do Alec Soth, o seu ‘Sleeping by the Mississippi’ custa cerca de 300€ a terceira edição na loja da Steidl mas com alguma pesquisa é possível encontrá-lo novo por cerca de 110€, é só fazer as contas e investir bem. Acredito que esse livro irá valer cerca de 700/800€ dentro de cinco anos.

Entrevista com Andreas Gursky
Um valor seguro na fotografia (e nas monografias também) e numa entrevista rara fala com Guy Lane na Foto8 sobre a sua carreira.

08
Jun
09

Fiat Panda 4×4 Cross – uma ferramenta.

serra da cabreira 5Troco de carro apenas quando aquele que tenho está nas últimas e, previsivelmente, irá começar a dar problemas. Dito isto, há dois anos precisei de trocar de carro e como fotografo natureza muitas vezes por trilhos e caminhos duros (à medida que a idade vai avançando a ideia de andar quilómetros atrás de quilómetros a pé com uma mochila carregada de material fotográfico começa a perder o seu encanto), analisei algumas opções de mercado para um carro 4×4 com algumas características particulares: tinha que ser um carro utilizável no dia-a-dia, leve, pequeno, com consumos baixos, com estacionamento fácil e não precisava de ser um todo o terreno puro e duro.

Uma das primeiras opções foi o crossover SX4 da Suzuki que abandonei logo de seguida, é um crossover sem tracção integral; analisei o Jimny da mesma marca mas o motor a gasolina não me convenceu – a marca disponibilizou durante algum tempo um motor diesel de 1500cc mas foi eliminado do catálogo – e o facto de quase tudo ser extra também não me agradou, que raio de ideia é a de vender um veículo 4×4 sem protecção do motor vendido depois à parte? O resto da ‘concorrência’ também não me convenceu: o VW Polo Cross é tudo menos um 4×4, é apenas um Polo com rodas mais altas, o Land Rover Defender é um 4×4 puro e duro que me obrigava a ter um segundo carro para a cidade (ainda pensei adquirir um e um Smart para a cidade) e o resto são SUV mais ao menos adaptados à cidade.
Um dia fui fazer a revisão ao carro que tinha na altura e vi um Panda 4×4 Cross em exposição, fiz um test drive e depois de alguma análise avancei para a compra de um.

Para nos melhor situarmos abro um parêntesis para vermos do que é que falo quando falo que necessito de um 4×4: a maioria dos percursos de que falo são estradas de terra em mau estado, com buracos e rochas, lama no inverno, tracção relativamente reduzida e algumas subidas íngremes, portanto nada de particularmente duro. De vez em quando um rocha mais saída, um raíz no meio do caminho, no entanto são percursos impossíveis para um carro normal.

O Panda 4×4 Cross tem um motor 1300 diesel com 70cv, vem de origem com uma série de extras e vai-lhe esvaziar os bolsos em cerca de 22.500€. Existe uma versão mais barata sem tantos extras, o Panda 4×4 Climbing mas não é bem o mesmo tipo de carro, embora lhe tenha que dar crédito por ser um 4×4 de tracção integral. O Cross tem tracção integral permanente (98% frente / 2% atrás, distribuída depois pelo controlo de tracção conforme as necessidades) e um bloqueio electrónico do diferencial que dá jeito em situações de tracção reduzida e que lhe permite circular em três rodas, caso seja necessário; este bloqueio apenas funciona até aos 40kmh a partir daí desliga-se.
Leve e bastante ágil, o carro é diversão pura em condução fora de estrada mas não esperem milagres em situações mais apertadas, a sua vocação não é trial nem situações limite de todo-o-terreno. Posto isto ainda não me encontrei em nenhuma situação ‘enrascada’ onde a saída fosse complicada. A sua vocação é o transporte de duas pessoas nas calmas e com agilidade por terrenos que seriam impossíveis para um carro normal e sem pretensões de ser um carro tipo Dakar…
Encontro-lhe algumas limitações que derivam principalmente do equipamento que traz: pneus e suspensões. Os pneus são mistos e são uma boa treta, são muito moles e desgastam-se à velocidade da luz, as suspensões são também um misto de 4×4 e cidade e não ajudam muito à tracção tornando o carro um bocado saltitão em todo-o-terreno. No entanto são situações que podem ser facilmente resolvidas com a sua substituição e a suspensão pode ser alteada. Outra situação que é obrigatório corrigir: o pneu sobresselente – é daqueles tipo bicicleta. Junte cerca de 200€ para comprar um jante de tamanho 15″ e meta-lhe um pneu 4×4 de tamanho normal (175/65), isto se não quiser ficar no meio de um monte com um furo…
Tem também um depósito de combustível bastante pequeno – 30lt – e por isso recomendo que tenha atenção ao abstecimento antes de ir para o meio do mato. A mala não existe, com uma mochila média, uma 300/2.8, um tripé e alimentação para um dia inteiro de fotografia para duas pessoas o espaço foi-se. Em viagens longas os bancos podem ser rebatidos 50/50 e assim prolongar mais um pouco o espaço mas este de facto não abunda na mala. Idem aspas para o habitáculo, se tem dimensões maiores que um adolescente de 17 anos é melhor testar o carro mas diga-se em abono da verdade que o Suzuki Jimny tem mais ou menos as mesmas dimensões.

Este carro tem-me permitido fazer incursões longas em sítios onde a pé apenas poderia fazer 10 a 15% do mesmo percurso, como por exemplo na Serra da Cabreira ou na áerea protegida do Corno do Bico. Recentemente atravessei a Serra da Cabreira desde a aldeia de Agra até ao outro extremo e a viagem Porto-Cabreira-Porto e o combustível ficou-me por cerca de 10€ e aqui reside uma das vantagens deste carro, mesmo em todo-o-terreno: o consumo reduzido. Em 4×4 puro e com todo o tipo de terreno este carro consome cerca de 5.4/5.3 lt/km, uma vantagem espantosa em relação aos consumos de outros veículos 4×4 que fazem cerca de 9 lt/km. O tamanho tem outra vantagem óbvia: permite enfiá-lo onde um 4×4 de tamanho razoável não entraria de forma nenhuma e isso permite-me por exemplo fazer inversão de marcha em caminhos muito estreitos e circular onde só uma moto4 entra, com um 4×4 normal isso seria quase impossível.

Para um fotógrafo de natureza é uma ferramenta de transporte muito interessante, com características únicas e que lhe conferem capacidades também únicas. Não serve para transportar uma família com conforto nem consegue fazer todo-o-terreno à vontade com mais de duas pessoas dentro mas no global tem sido uma ferramenta essencial para mim. O preço não é baixo mas o VW Polo é mais caro e não tem metade das possibilidades do Panda 4×4 Cross que tem uma relação preço/qualidade interessante para o tipo de carro que é vs capacidade de ‘tragar’ terrenos mais difíceis. Precisa de algumas afinações para ser um 4×4 polivalente o que lhe acrescenta uns quantos € ao preço mas é algo que se pode ir fazendo, excepto o pneu sobresselente que tem mesmo que ser substituído.

Se está curioso sobre as capacidades do carro aqui ficam algumas ligações para vídeos no Youtube:
Fiat Panda 4×4 Climbing vs Range Rover
Fiat Panda 4×4 – passeio em Pero Pinheiro
Passeio Club Panda 4×4
Fiat Panda 4×4 Cross vs Range Rover (em alemão)

01
Jun
09

Fotografar com…scanner.

Ando com esta ideia já há algum tempo: fotografar com um scanner Epson 4490 que está parado cá por casa. Comprei-o para digitalizar alguns negativos que tenho mas reconheço que o resultado final fica aquém das minhas expectativas e também deixei de utilizar película e assim o uso do scanner tem-se limitado às capas para os álbuns que importo para o iTunes.

Mas ultimamente tenho recolhido algumas folhas que depois seco dentro de uma Moleskine e que aguardavam uma solução imaginativa para lhes dar destino. Fotografar as folhas seria o expectável mas o resultado seria algo decepcionante dado que o detalhe intricado das folhas se perde e a resolução da máquina não permite grandes ampliações – factor que é decisivo para este trabalho – mas sobretudo perde-se algo da tri-dimensionalidade das folhas secas.

Estava a digitalizar umas capas para o iTunes e decidi experimentar digitalizar uma folha para testar uma teoria…
folhaParece uma imagem extraída de uma DSLR mas o detalhe, o detalhe…
detalhe(crop 100% da imagem anterior)
Daqui passei para o tratamento da imagem – pequenos ajustes de sharpening, níveis, pretos, contraste e saturação – e para a impressão. Depois de ver a imagem percebi que só um tipo de papel se adapta que nem uma luva a este tipo de imagem: os Velvet (Somerset ou Epson). E de facto é impossível reproduzir num monitor a impressão: detalhada, saturada e sobretudo consegue reproduzir muito bem a tri-dimensionalidade da imagem e a textura do papel ajuda a transmitir a sensação de ter uma folha gigante – a impressão foi efectuada em A3+ (33×49) – nas mãos.
As possibilidades criativas desta técnica são imensas e permitem uma latitude de experimentação muito interessante, a cor do fundo por exemplo é algo que ainda não me satisfaz completamente.
A recolha das folhas deve ser feita entre a primavera e o outono antes das folhas secarem e ficarem frágeis e estaladiças, o que impossibilita a digitalização.

Detalhes técnicos: folha de um carvalho, digitalizada num scanner Epson 4490 a 1200DPI a 48bits/cor que resulta num ficheiro Tiff de 179Mb, edição no Aperture por esta ordem: níveis, contraste, saturação, contraste, ajuste dos pretos, sharpening; impressão numa impressora Epson 3800 em papel Epson Velvet Fine Art A3+ com o perfil Epson para o conjunto impressora/papel, a 16Bit e resolução de 2880, com ajuste do Aperture do sharpening de output de 0,5.

03
Mar
09

vibração do espelho da nikon d200.

mirror-slap-11
mirror-slapA imagem A não tem diferença nenhuma da imagem B em termos de velocidade de obturador ou de abertura do diafragma mas se olharmos bem para as duas imagens nota-se que a A está visivelmente tremida. Dado que ambas foram tiradas em cima de um tripé e com tudo bem seguro, o que faz com que uma esteja tremida e inutilizada e a outra esteja perfeita?

Desde que investi numa AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED e numa AF-S VR Nikkor 300mm f/2.8G IF-ED que noto esta tendência da D200 em apresentar imagens que não são aceitáveis, mesmo que sejam, efectuadas em cima de um tripé e perfeitamente seguras. Decidi investigar…
Primeiro notei que isto só acontece com teleobjectivas e com velocidades de obturador entre os 1/5 seg. e os 1/60 seg., acima ou abaixo destas velocidades o problema desaparece gradualmente; também noto que acontece precisamente em objectivas que estejam fixas ao tripé por um ‘pé’ de apoio próprio e não através da máquina. Após alguns testes descobri o culpado: o espelho da máquina. O espelho tem um mecanismo que o faz subir para que a luz atinga o sensor/filme no momento em que o obturador se abre – e daí tudo ficar escuro se estamos a olhar pela ocular da máquina – e logo que este se fecha o faz retornar à sua posição inicial. É precisamente este movimento, sobretudo o de subida, que transmite uma vibração à máquina que por sua vez o transmite à lente e o resultado final é uma imagem tremida. Nem mesmo com o recurso ao retardador se elimina o problema, a única solução é comprar um cabo disparador e utilizar o ‘mirror lock-up’, o problema é que esta solução acarreta investimento num artigo que as marcas – especialmente a Nikon – gostam de cobrar à grande…
Espero que o problema esteja minimizado nas novas Nikon, se houver por ai alguém que já tenha sentido o mesmo problema noutros modelos da marca, agradeço o vosso feedback.

Mas parece-me que o espelho não é o único culpado, de facto numa teleobjectiva fixa pelo colar de tripé e não pela máquina, este deveria ser suficientemente estável para suportar a lente e não deixar que a mesma vibre com facilidade mas num mundo onde o design – o desenho das peças mas também a forma que funcionam – e o controle de qualidade estão a ser cada vez mais descurados pelas marcas já nada me espanta. Espanta-me que a Nikon cobre cerca de 1.800€ por um zoom profissional que depois ostenta falhas deste tipo na sua concepção e já nem falo na AF-S VR Nikkor 300mm f/2.8G IF-ED onde este tipo de problema nem deveria surgir logo à partida. O problema não se deve só à má concepção do espelho da D200 mas também ao insuficiente isolamento do colar de tripé destas lentes, juntos fazem um mix explosivo que ‘rebenta’ nas mãos dos compradores mal começam a explorar o equipamento que têm. Não existe técnica milagrosa que resista a isto e muitas vezes chega-se a casa com um dia de fotografias que vão direitinhas para o lixo porque objectivamente têm falhas técnicas que as inutiliza. A solução está na captura em procurar situações com boa luz que permitam usar a lente com velocidades de obturação elevadas ou segura na mão com o VR ligado, como se pode ver na imagem C ou usar a técnica ‘prescrita’ de utilizar o ‘mirror lock-up’ e cabo. E ter muita paciência no terreno e, já gora, tempo para verificar as imagens realizadas antes de sair do local. Com as máquinas mais recentes a solução passa também por subir o ISO para poder usar velocidades de obturação mais elevadas, mas repito que isto são soluções para um problema que nem deveria existir nestas lentes.

serra-da-cabreira-88

Entretanto para os utilizadores da D200 e que se querem aventurar em fotografia lenta com teleobjectivas já sabe a solução: ‘mirror lock-up’ e cabo disparador. E não caiam na tentação de ligar o VR (Vibration Reduction) com a máquina ou lente fixa num tripé porque esta combinação exacerba ainda mais o problema.

Dados técnicos (crops a 100%):
A) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f10 e 1/4 seg / temporizador / tripé gitzo + rótula Acratech.
B) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f10 e 1/5 seg / mirror lock-up – cabo Nikon MC30 / tripé gitzo + rótula Acratech.
C) Nikon D200 + AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED / f5.6 e 1/320 seg / VR.

20
Jan
09

Para venda…

Tenho para venda neste momento duas lentes Nikon:
a) AF-S DX Zoom-Nikkor 12-24mm f/4G IF-ED
Lente recente em excelente estado de conservação, sem riscos nem sinais de uso. Não tem fungos e a lente frontal esteve sempre protegida por um filtro Nikon L37C (não incluído) e portanto a óptica está também em excelente estado (como novo). Tem motor AFS e só funciona totalmente em máquinas DX (D40, D40X, D50, D60, D80, D90, D100, D200, D300, séries D1 e D2), em máquinas full-frame só funciona a partir dos 18mm. Razão da venda: troca futura por uma PC-E NIKKOR 24mm f/3.5D ED. Preço: 700€. Oferta de uma bolsa Nikon de transporte de objectivas (em tecido grosso).
b) AF Nikkor 28mm f/2.8
Modelo antigo (não D) de meados dos anos 90 (93 a 95) em bom estado, sem fungos, sem sinais de uso e óptica em excelente estado (protegida por um filtro Hama Skylight. Oferta do filtro mencionado e do pára-sol. Preço: 100€. Lente que já não uso há mais de quatro anos…
Preço negociável caso adquiram as duas lentes em conjunto. Posso enviar fotografias de ambas as lentes se desejarem.

Se estiverem interessados contactem-me pelo email blogue[.]oeds[arroba]netcabo[.]pt.




mário venda nova

contactos:

tlm 965 275 830

skype: elogiodasombra

"eu não quero saber se sou o primeiro a dar a notícia, só me preocupo em ter a informação correcta e fazê-lo bem. Essa é uma pressão diária."

larry king

trabalhos pessoais


mariovendanova.com
[este é o meu sítio pessoal onde estão os meus projectos já consolidados e acabados]

in every kind of light
[aqui estão os rascunhos dos meus projectos correntes e inacabados]

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[larga variedade de livros de e sobre fotografia. se comprar via este link recebo uma pequena percentagem.]

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