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07
Fev
11

Percurso pedestre “Pelos Caminhos de Castanheira”

No próximo sábado, dia 12 de Fevereiro, a Câmara Municipal de Caminha, através do Centro de Interpretação da Serra d’Arga, irá promover o percurso pedestre “Pelos Caminhos de Castanheira”, integrado no projecto de promoção da lampreia do Rio Minho, dando a conhecer alguns dos locais mais pitorescos do concelho, nomeadamente da Serra d’Arga.

Ao longo do percurso, os participantes terão oportunidade de subir ao cimo do Cabeço do Meio-Dia, a 550m de altitude, de onde é possível avistar uma magnífica paisagem, que se estende desde as terras de Ponte de Lima, Ponte da Barca, Peneda, até Valença.

Descendo até ao vale de Castanheira, será ainda possível visitar a parede de escalada de Penice, a Capela da Sr.ª da Rocha e as quedas de água das Penas, no Ribeiro de Arga. No final, percorrendo um trilho de pastores que cruza a Chã da Franqueira, os participantes regressarão ao ponto de partida.

O percurso terá início às 14H00, no Centro de Interpretação da Serra d’Arga, na freguesia de Arga de Baixo, terá cerca de 9 Km de extensão, grau de dificuldade fácil e duração prevista de 3 horas. Os participantes deverão levar água, roupa e calçado adequado.

Se está interessado, inscreva-se no Centro de Interpretação da Serra d’Arga (CISA) através do tel. 258 721 708 ou 914476461 e através do e-mail cisa[@]cm-caminha.pt.

Antes do percurso, aproveite a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” e almoce num dos restaurantes do concelho. Trata-se de uma iniciativa, que decorre todos os fins-de-semana, de 5 de Fevereiro a 27 de Março, e que reúne 24 restaurantes do concelho de Caminha, nos quais poderá degustar as mais tradicionais receitas de lampreia do Rio Minho.

Provavelmente não vou poder ir, até porque estiver lá neste fim de semana a fazer o trilho da Pedra Alçada. Mas quem poder ir não deve perder estes passeios na Serra d’Arga organizados pelo CISA.

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14
Set
10

Trilho “Entre bouças” – Serra d’Arga (pt.2)

Gostei bastante do trekking mas reconheço que algumas coisas precisam de afinação: os passeios deveriam começar à hora marcada e não 45 minutos depois. Cheguei às 09:00 para iniciar a caminhada mas só às 09:45 é que o grupo arrancou…o que resultou num atraso substancial que obrigou o grupo a caminhar em zonas de campo aberto entre as 12:00 e as 13:00 num dia de calor. Sem contar com este atraso ficamos um bocado curtos em alimentação e ressenti-me um pouco com a fome, apesar de ter levado mantimentos mas o dilatar do horário não perdoou e esgotaram antes do final.
O grupo era interessante e com um ritmo idêntico o que facilitou a progressão no terreno sem problemas.
Espero pelo próximo porque a zona é fabulosa para este tipo de eventos.

Aproveitei o trekking “Entre bouças” para testar duas novas aquisições: uma mochila Lowepro VersaPack 200AW e umas botas Merrell Moab Mid GoreTex.
Acho que comecei a ficar com a “comichão” das mochilas, neste momento tenho algumas quatro ou cinco, cada uma para uma finalidade específica. E esta não é excepção…
Mas ao que interessa, a mochila interessa-me deveras por tem dois compartimentos diferentes: o de cima é um espaço de arrumação para chaves, carteira, uma garrafa de água, um casaco leve, um corta-vento ou um impermeável; o de baixo é um compartimento almofadado para transportar material fotográfico e não só. Para estes trekkings é a mochila perfeita, em baixo transporto uma máquina leve (aguardo com alguma impaciência a nova Nikon P7000 ou a hipotética G12 ou então as novas máquinas s/ prisma Nikon e Canon para combater o sistema 4/3…), um Gps Magellan e/ou uma Nikon F3 com uma 28/2.8. A compacta de alta qualidade e Gps pesam cerca de 1300gr mantendo o conjunto num peso aceitável, perfeito para um passeio pelos trilhos. A mochila é leve e o conforto é de nível superior, tenho alguns problemas de costas mas a mochila conseguiu não transtornar o suficiente para “desaparecer”, ergonomia das correias é de topo, testada contra a Kata 465 a Lowepro é superior e comprei-a; mas o que me “vendeu” a mochila foi o fácil acesso lateral ao compartimento de baixo, bastando para isso rodar a mochila e abrir um fecho para ter acesso à parte lateral.

As botas foram uma aquisição recente exactamente pelos problemas de costas e pela falta de umas botas impermeáveis. As botas são leves e a sola é rígida mas não o suficiente para eu a considerar uma bota de montanha pura e dura, a sola dura tem vantagens e desvantagens sendo que suporta melhor o pé, absorve as irregularidades do terreno sem as transmitir aos pés mas são duras com as costas – na minha opinião – e tornam as botas mais pesadas e mais 100 ou 200gr nos pés notam-se. Antes deste passeio andaram em “rodagem” aqui pelos passeios na Foz do Douro e nota-se alguma rígidez na sola nestes pisos e como botas de montanha impermeáveis são quentes e precisam de meias adequadas mas estão à vontade no monte, suportam bem os pés sem magoar e o peso é um bónus importante. O preço parece-me justo para o tipo de equipamento (90€) mas não me parece que tenham a robustez de umas botas idênticas da North Face ou da Bestard mas reconheço que é impossível comprar modelo idêntico a este dessas marcas sem chegar perto dos 170-190€. Talvez umas Bestard Santiago fossem o ideal mas não as encontro cá…

08
Set
10

Percurso pedestre “Entre bouças”

No próximo domingo, dia 12 de Setembro, o Centro de Interpretação da Serra d’Arga irá promover a realização de mais um percurso pedestre, denominado “ Por entre as Bouças”.
Durante este percurso irão ser percorridos antigos caminhos, por entre os característicos muros em pedra que delimitam as Bouças, construídos para proteger os azevinhos e carvalhos dos grandes rebanhos que antigamente existiam na Serra d’Arga.
Partindo do Centro de Interpretação da Serra d`Arga (CISA), os participantes seguirão pelo Lugar do Marco em direcção à ponte de Sua Gandra e, seguindo pelo antigo caminho em terra que ligava as freguesias de Arga de Baixo e Arga de Cima, em direcção ao Caminho da Igreja, os participantes poderão apreciar a floresta autóctone e as bouças, tão características desta Serra. Passando pelo Lugar do Reconco, o percurso continuará pelo Caminho da Arada em direcção ao Ribeiro das Pombas e ao Lugar do Altinho, em Arga de Baixo, para regressar ao ponto de partida.

O inicio está previsto para as 9H00, no Centro de Interpretação da Serra d’Arga, em Arga de Baixo, no concelho de Caminha. O percurso, com cerca de 8 km, terá duração aproximada de 3 horas e um grau de dificuldade fácil.

A inscrição é gratuita. Os participantes deverão levar água, roupa e calçado adequado.
Se está interessado, inscreva-se no Centro de Interpretação da Serra d’Arga (CISA), através dos tel. 258721708 e 914476461

27
Ago
10

A Serra de Arga, a Miss e a sorte de cão


Aproveitando o facto de ter cá em casa a cadela que pertence a alguém próximo e que costuma ficar comigo nas férias dos donos (tem mais sorte do que a grande parte dos animais nesta época do ano) coloquei um resguardo no banco de trás do Panda e rumei à Serra de Arga para apreciar as vistas, ir ao centro de interpretação (CISA) onde me inscrivi na newsletter para receber em casa as actividades organizadas pelo Centro, fazer alguma pesquisa para a fotografia e tirar apontamentos para um artigo para o meu ‘bloco de notas‘.

Chegar lá foi fácil mas a subida de Estorão até ao cimo da Serra é um pouco duro para carros de pouca potência.
Visitamos o Centro, o Mosteiro de S. João de Arga (onde esta fotografia foi tirada) e ainda fizemos parte de um trilho pedestre assinalado no terreno. A cadela divertiu-se e ao contrário do que imaginava aguentou bastante bem as caminhadas, feito assinalável para um cão com pouco mais ou menos de um palmo de altura.

Esta cadela tem uma história extraordinária, apareceu aqui à uns anos atrás num dia de inverno aninhada à porta de casa do patrão da Sónia que teve pena da cadela e ‘adoptou-a’. Estava enrolada num canteiro, cheia de fome e frio e com um olhar tão triste que, segundo dizem, cortava qualquer coração. Embrulharam-na e levaram-na para casa onde tomou banho e foi alimentada, logo a seguir foi ao veterinário para consulta e pôr vacinas em dia. Há cerca de cinco/seis anos perdeu-se durante algumas semanas e apareceu em casa de uma senhora que tinha tratado bem dela. Quando foram buscar a cadela descobriram que a senhora tinha mais cães, todos a dormir cá fora, a Miss era a única com ‘autorização’ para dormir dentro de casa. A senhora ficou triste de a entregar, pelos vistos a cadela tinha-lhe feito companhia, ia passear com ela e deu pouco trabalho. Retornou a casa feliz e saltitante.
No fundo é uma cadela com sorte.

A Miss adora passear, andar de carro então é um prazer que não dispensa, dá pouco trabalho, é um animal inteligente e eu pessoalmente adoro tomar conta dela. E a passagem dela por aqui foi mais uma oportunidade de mudar de hábitos e sair mais. Tem um pouco de mimo a mais, adora dormir no sofá mas no fundo adora passear ao ar livre por isso tem sido uma companhia fantástica, só é pena que hoje esteja de partida. Mas durante uma semana fomos companheiros inseparáveis…




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